UOL Entretenimento 29º Bienal de Arte
 
Gabriel Acevedo Velarde Ver Perfil

1976 | Peru

O artista peruano vive e trabalha em Berlim, na Alemanha. Sua obra é multimídia: ele trabalha com vídeo, performance, desenho, pintura e instalação. Já expôs em galerias e museus de São Paulo, Cidade do México, Lima, Londres, Madri, Frankfurt, Berlim e New York.

Gil Vicente Ver Perfil

1958 | Recife | Brasil

Pintor, desenhista, gravador, fotógrafo e escultor, o artista teve como influência artistas pernambucanos como Francisco Brennand em seu período de formação.

Obras na Bienal Veja a obra do artista na Bienal
Graziela Kunsch Ver Perfil

1979 | São Paulo | Brasil

Desde a experiência de abrir a própria casa como uma "residência pública", entre 2001 e 2003, Graziela Kunsch fundamenta sua prática artística em situações de encontro, diálogo e colaboração. Suas obras têm o objetivo de pensar o papel de indivíduos em processos coletivos e na história.

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Grupo de Vanguardia Ver Perfil

1968 | Rosário e Buenos Aires | Argentina

Tucumán Arde foi um projeto promovido pelo coletivo de artistas argentinos Grupo de Artistas de Vanguardia. Nasceu como resposta à "Operação Tucumán" promovida pelo ditador Juan Carlos Onganía que extinguiu várias pequenas plantações de cana-de-açúcar da região de Tucumán e provocou um aumento do desemprego. Os artistas visitaram Tucumán, travaram contato com sindicatos locais e organizações culturais, recolheram documentos e produziram imagens das plantações e fábricas abandonadas, bem como dos novos ricos locais.

Grupo Rex Ver Perfil

1966 | São Paulo | Brasil

Formado em 1966 pelos artistas Wesley Duke Lee, Nelson Leirner, Geraldo de Barros, Frederico Nasser, José Resende e Carlos Fajardo, o grupo atuou como provocador das estruturas e preceitos das artes plásticas no Brasil. Nas exposições e conferências apresentadas na Rex Gallery & Sons, nas edições do jornal "Rex Time" e nas obras de seus integrantes, o grupo questionou as bases de organização do sistema de arte, o papel do artista e do espectador, e o estatuto das obras de arte.

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Gustav Metzger Ver Perfil

1926 | Nuremberg | Alemanha

Gustav Metzger é fundador e ativista da arte autodestrutiva. Desde os anos 1960 utillizou em sua obra materiais industriais e objetos encontrados e estabeleceu reflexões sobre questões ambientais e ecológicas, além de uma crítica à sociedade de consumo. Em 1977, Metzger começou uma greve artística que durou até 1980, durante a qual se recusou a fazer, expor ou vender qualquer obra de arte.

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Guy de Cointet Ver Perfil

1934-1983 | França

Com passagens pela pintura e pelo desenho, o dramaturgo francês que viveu em Los Angeles (EUA) trabalhou essencialmente entre os anos 1950 e 1970. Em seus roteiros, Cointet combinava frases de Edgar Allan Poe e Jorge Luis Borges, caricaturas de novelas mexicanas, estilos da moda e do design correntes e a atmosfera exótica das novelas de Raymond Roussel.

Guy Veloso Ver Perfil

1969 | Belém | Brasil

Guy Veloso fotografa sem recursos de aproximação ou otimização, e reserva às possibilidades do corpo a maior condicionante daquilo que deseja obter na imagem. Eventos religiosos e espirituais, como o Círio de Nazaré, no Pará, e a festa da Nossa Senhora da Boa Morte, na Bahia, já renderam extensas séries.

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Harun Farocki Ver Perfil

1949 | Alemanha

Estudante de cinema durante a década de 1960, Harun Farocki empenhou-se em manter uma unidade entre sua produção como cineasta, sua reflexão crítica e seu posicionamento político. Foi autor e editor da extinta revista "Filmkritik", de Munique, e participou da Documenta, em Kassel (Alemanha), em 2007. De 17/9 a 3/10 a Cinemateca Brasileira e o Cinusp, em São Paulo, exibem ciclo de filmes do artista.

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Hélio Oiticica Ver Perfil

1937 | Rio de Janeiro | Brasil

Hélio Oiticica é um dos principais nomes da arte brasileira experimental. Um dos elementos centrais de sua obra é a quebra de hierarquias entre o terreno da produção artística e o da vida ordinária. Festas de rua, construções improvisadas de artefatos domésticos e a arquitetura das favelas são tomadas como exemplos da porosidade entre as esferas, legitimando procedimentos e materiais oriundos da cultura popular.

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Henrique Oliveira Ver Perfil

1973 | Ourinhos | Brasil

A pintura é a origem e a referência da obra de Henrique Oliveira. A partir dela, o artista desenvolveu uma exploração relacionada à matéria, que se destacou da tela para ganhar instalações e objetos. Em 2009, Oliveira participou da 7ª Bienal do Mercosul e 2009, da Bienal de Monterrey, no México.

Obras na Bienal Veja a obra do artista na Bienal
High Red Center Ver Perfil

1962-1964 | Japão

Em um contexto de acelerado crescimento econômico e indeterminação dos padrões sociais no Japão, três jovens artistas envolvidos com o movimento Fluxus iniciaram uma série de performances situadas em Tóquio, formando o High Red Center. O grupo, de curta duração, experimentava em sua obra os limites da realização de trabalhos artísticos liberados da instituição, além da constituição da sociedade e o cotidiano de modernização urbana.

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Isa Genzken Ver Perfil

1948 | Alemanha

A artista que vive e trabalha em Berlim garimpa, coleta, combina e altera mercadorias. A matéria para suas bricolagens são artigos feitos industrialmente, vendidos em grande escala e em pouco tempo descartados.

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Fonte: 29ª Bienal de SP

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