Flip

Escritora chilena Diamela Eltit participará da Flip em 1ª visita ao Brasil

Divulgação
A escritora chinela Diamela Eltit Imagem: Divulgação

Do Rio de Janeiro

10/04/2017 14h06

A chilena Diamela Eltit, ganhadora do Prêmio Ibero-Americano de Letras José Donoso em 2010, será uma das protagonistas da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), que chega a sua 15ª edição em julho, informaram nesta segunda-feira (10) os organizadores.

Eltit, autora confirmada para a próxima edição do evento realizado anualmente na histórica cidade de Paraty, poderá promover na feira as duas primeiras traduções de suas obras para o português.

Trata-se de "Jamais o Fogo Nunca", publicado pela editora independente Relicário, e "A Máquina Pinochet e Outros Ensaios", um conjunto de ensaios críticos traduzidos por Pedro Meira Monteiro e publicados pela editora e-galáxia com prefácio assinado por Javier Guerrero, seu colega como catedrático na universidade de Princeton.

Eltit, professora de escrita criativa na Universidade de Nova Iorque e autora entre outras obras de 'Lumpérica', 'El Cuarto Mundo', 'Mano de Obra' e 'El Padre Mio', realizará em Paraty sua primeira visita ao Brasil.

Na Flip deste ano, que será realizada entre 26 e 30 de julho, a chilena participará de encontros nos quais abordará a literatura latino-americana, as relações entre arte e política, o feminismo e a contracultura e sua trajetória como romancista e ensaísta entre Chile e Estados Unidos, segundo os organizadores do evento.

"A Flip vai contribuir para apresentar aos leitores brasileiros uma escritora com um projeto artístico e literário muito original", assegurou a curadora da feira, Joselia Aguiar.

"Sua obra como romancista e ensaísta interessa muito ao debate brasileiro de hoje, particularmente pelos assuntos de identidade de gênero, marginalidade urbana e as zonas de fronteira entre arte e sociedade ", acrescentou.

Para o diretor-geral da Flip, Mauro Munhoz, a presença de Eltit na feira e a publicação de sua obra inédita no Brasil reforçam o compromisso do evento de levar ao leitor brasileiro novas realidades políticas, sociais, artísticas e literárias de diferentes territórios.

Vencedor do Man Booker Prize também virá

Niklas Halle'n/AFP
O autor jamaicano Marlon James Imagem: Niklas Halle'n/AFP

O jamaicano Marlon James é outro autor até agora confirmado para a Flip. James é o primeiro jamaicano a receber o Man Booker Prize, um dos mais prestigiados prêmios literários em língua inglesa. O prestigiado prêmio veio em 2015 pela obra "A Brief History of Seven Killing", que aborda a tentativa de assassinato sofrida por Bob Marley em 1976, que matou 7 integrantes da equipe dele. No Brasil, o livro será publicado em junho com o título "Breve História dos Sete Assassinatos",
 

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Inglesa e brasileira na Flip dizem que é 'escrever ou morrer'

Ou eu escrevo ou eu morro?, afirma a brasileira Roberta Estrela D?Alva, ao lado da poeta, dramaturga e rapper inglesa Kate Tempest, que faz um gesto afirmativo e diz concordar. Dalva, atriz e diretora, é fã de Tempest. A inglesa, avessa a entrevistas, aceitou dar esta quando soube que a brasileira, que também admira, a acompanharia. A reportagem juntou as duas nesta sexta (1o) na Flip, em Paraty, para um bate-papo sobre poesia falada, presente na obra de ambas. Na abertura do evento literário, num sarau apresentado por D?Alva, a performance das duas, com seu ?spoken word? --ou a poesia falada-- hipnotizou o público. Tempest lança o romance ?Os Tijolos nas Paredes das Casas? (Casa da Palavra) e participa de mesa na Flip às 21h30 deste sábado (2) com o poeta Ramon Nunes Mello. D?Alva, membro fundadora do Núcleo Bartolomeu de Depoimentos, também é uma ?slammer? e pesquisadora, autora de ?Teatro Hip-Hop? (Perspectiva, 2014), que ordena a história da cultura hip-hop. Do livro, a definição de ?poetry slam?: ?uma competição de poesia falada, um espaço para livre expressão poética, uma ágora onde questões da atualidade são debatidas ou até mesmo mais uma forma de entretenimento?. Na entrevista, ela diz que a poesia falada vem da tradição oral: ?Somos como uma tribo de guerreiros sentados em volta do fogo, trocando histórias. Mas agora nosso microfone é o fogo?. Tempest e D?Alva conversam sobre esse espaço para livre expressão poética. A inglesa explica que sua "paixão e amor pela humanidade" a levam a ?tentar entender as coisas terríveis que somos capazes de fazer? e dar forma a esses questionamentos com sua obra. Em Paraty, o poema falado por ela tratava da conexão entre as pessoas. Leia a reportagem

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