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Star Wars: para presidente da Disney, "menos é mais" nos filmes da franquia

A personagem Rey (Daisy Ridley), protagonista da triolgia mais recente de Star Wars -
A personagem Rey (Daisy Ridley), protagonista da triolgia mais recente de Star Wars

Do UOL, em São Paulo

02/11/2019 11h56

Próximo filme da franquia Star Wars, A Ascensão Skywalker estreia em dezembro, mas a Disney não está lá muito preocupada em lançar o maior número possível de filmes sobre a saga, como acontecia no passado.

Em entrevista à rede BBC, Bob Iger, presidente da gigante do entretenimento, reconheceu mais uma vez o erro e afirmou que a ideia, de agora em diante, é trabalhar a marca de forma mais estratégia possível.

"Eu disse publicamente que acho que fizemos e lançamos muitos filmes de Star Wars em um curto período de tempo. Eu não disse que estava desapontado de alguma forma, não disse que fiquei desapontado com a performance deles. Apenas acho que há algo especial sobre os filmes de Star Wars, em que menos é mais".

Depois de lançar um filme por ano nos últimos cinco anos, terminando com A Ascensão Skywalker, a Disney planeja soltar um novo capítulo de Star Wars apenas daqui a três anos, em dezembro de 2022.

A parcimônia no cronograma, que já havia sido anunciada em 2018, é reflexo do resultado considerado fraco do spin-off Solo: Uma História Star Wars, sobre a origem do personagem Han Solo.

Cercado de expectativa, o longa arrecadou US$ 392 milhões no mundo ante, orçamento estimado em US$ 275 milhões, muito abaixo do esperado, entendido pela Disney como um possível início de desgaste da franquia.

Recentemente, estúdio cancelou a trilogia que seria comandada pelos showrunners de Game of Thrones, David Benioff e D.B. Weiss, em uma decisão justificada por "conflitos de agenda".

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