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Presença de Anitta: Funk pediu passagem e abriu caminho no Rock in Rio

Wilton Junior/Estadão Conteúdo
Imagem: Wilton Junior/Estadão Conteúdo

Renata Nogueira

Do UOL, no Rio de Janeiro

07/10/2019 04h00

Cidinho, da dupla Cidinho e Doca, resume o sentimento dos artistas de funk que tiveram a primeira oportunidade de mostrar sua arte no Rock in Rio. Autores do Rap da Felicidade, uma das músicas que apresentou o funk carioca ao Brasil com o refrão "eu só quero é ser feliz...", a dupla pode ver seus versos ecoarem em pelo menos três palcos do festival no mesmo dia.

Nascidos no Rio de Janeiro, o Rock in Rio e funk sempre estiveram próximos. O festival teve sua primeira edição em 1985, enquanto o ritmo chegaria quatro anos depois, em 1989, com o lançamento do primeiro LP de DJ Marlboro. Mas levou 30 anos para que eles se encontrassem.

Em 2019 o Rock in Rio abraçou Anitta, abriu suas portas para as comunidades com o Espaço Favela e finalmente se rendeu ao funk que é hoje o ritmo mais ouvido do Brasil. Misturado e renovado, ele soube conversar com as atrações internacionais e tradicionais.

A renovação também pode ser vista no público muito mais diverso, colorido e aberto à novas ideias. Com exceção do Dia do Metal, com uma multidão de camisas pretas, o UOL viu o ritmo ser consumido no festival todos os dias.

Leia a reportagem completa sobre a invasão do funk no Rock in Rio.

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