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Traficante de Mac Miller é preso acusado de ligação com a morte do rapper

Mac Miller se apresenta no palco eletrônico do Lollapalooza Brasil 2018 - Mariana Pekin/UOL
Mac Miller se apresenta no palco eletrônico do Lollapalooza Brasil 2018 Imagem: Mariana Pekin/UOL

Rodolfo Vicentini

Do UOL, em São Paulo

04/09/2019 16h25

Mac Miller recebeu pílulas que contribuíram diretamente para sua morte, no dia 7 de setembro de 2018, informou hoje as autoridades. O traficante do rapper, Cameron James Pettit, foi acusado de conexão com a morte de Miller por entregar pílulas falsificadas de oxicodona que continuam fentanil.

Segundo os documentos oficiais, Miller pediu a Cameron por percocet, um anestésico com receita que contém oxicodona, dias antes de ser encontrado desacordado em sua casa. A polícia descartou a hipótese que a morte do rapper tinha sido por consequência de uma overdose acidental de álcool, cocaína e fentanil.

Os relatórios apontam que Cameron entregou o pedido a Miller dois dias antes da morte, e o rapper ainda recebeu de uma prostituta oxicodona pura, hidrocodona, anfetamina, Xanax e cocaína.

Os investigadores afirmaram que a prostituta trabalha para uma mulher, considerada sócia de Cameron. Eles disseram que, assim que o rapper pediu uma nova entrega, mandaram a prostituta.

Após saber da morte de Miller, Cameron escreveu para seus amigos no Instagram que ele não deveria postar nada "para ser esperto" e ainda escreveu: "Eu não estou bem, provavelmente vou morrer na prisão".

Cameron foi detido pela polícia na manhã de hoje.

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