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Seth Rogen conta como sentiu medo de falar com Beyoncé em O Rei Leão

Elenco de O Rei Leão durante pré-estreia em Los Angeles, na Califórnia; Seth Rogen é o segundo da esquerda para direita e Beyoncé está entre Donald Glover e Chiwetel Ejiofor na direita - Alberto E. Rodriguez/Getty Images for Disney
Elenco de O Rei Leão durante pré-estreia em Los Angeles, na Califórnia; Seth Rogen é o segundo da esquerda para direita e Beyoncé está entre Donald Glover e Chiwetel Ejiofor na direita Imagem: Alberto E. Rodriguez/Getty Images for Disney

Osmar Portilho

Do UOL, em São Paulo

12/07/2019 04h00

Seth Rogen já é uma personalidade bem conhecida em Hollywood, mas nem sua carreira nos cinemas se comparou com a presença de Beyoncé. O ator que empresta sua voz ao personagem Pumba no remake de O Rei Leão, da Disney, contou bastidores de um encontro que teve com a cantora na pré-estreia do filme, que estreia no Brasil na quinta-feira (18).

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"Eu nunca vi uma coisa como essa acontecer antes. As pessoas perderam suas cabeças. Jon [Favreau] apresentou todo o elenco antes do filme passar. Beyoncé foi chamada e de repente a plateia ficou de pé. Ela foi ovacionada simplesmente por existir", disse em entrevista ao apresentador Jimmy Kimmel, da ABC. "A simples presença dela foi razão para todos ficarem loucos. E eu entendo isso. Eu estava pensando tipo 'nós estamos no mesmo lugar que a Beyoncé. Deu certo. É isso que queremos".

Questionado por Kimmel se teve oportunidade de conversar com a cantora, que dubla Nala no filme, Rogen disse que sim, mas que "esperou ela ir até ele". "Eu não iria falar com ela, principalmente porque tenho medo. Da última vez que tentei falar com ela no Grammy há 11 anos eu levei uma porrada tão grande do segurança que derrubei toda bebida em mim mesmo. Eu pareço com alguém que você não gostaria que estivesse perto da Beyoncé de qualquer maneira", brincou.

Rogen ainda descreveu a sensação de estar no palco quando Beyoncé foi ovacionada. "Eu sei que eles não estavam me aplaudindo, mas, por um momento, eu pude sentir como era sentir aquele tipo de adulação. E aí que me dei conta de que aquelas pessoas não gostavam tanto assim de mim".