Livros e HQs

Com mais espaços gratuitos, público da Flip cresceu 30%, estima organização

Maurício Stycer

Do UOL, em Paraty (RJ)

03/08/2014 12h07

A Festa Literária Internacional de Paraty, a Flip, chegou a sua 12ª edição com mais espaços gratuitos, o que, segundo estimam seus organizadores, resultou em um crescimento de 30% do público.

O crescimento ocorre apesar de o evento ter sido realizado com uma estrutura menor este ano: a Tenda dos Autores, onde ocorrem os debates, ganhou uma estrutura menos imponente e mais simples, mas manteve a capacidade de 850 pessoas, enquanto a Tenda do Telão deixou de existir e foi substituída por dois telões ao ar livre, com metade da capacidade.

Ainda assim, segundo divulgado pelos organizadores durante entrevista coletiva realizada na manhã deste domingo (3), a Tenda dos Autores recebeu 12.069 até a mesa 14, contra 9.482 em 2013, um crescimento de quase 27%, e o número ainda pode subir quando computadas as seis mesas restantes.

No caso dos telões, o público foi de cerca de 10 mil pessoas apenas até sábado, mesmo número de toda a Flip em 2013, e os organizadores esperam que o crescimento nesses espaços também chegue a 30% até o final do evento. No total, a organização estima que entre 26 e 27 mil pessoas passaram por Paraty durante a festa. Em 2013, a estimativa ficou entre 20 e 25 mil pessoas.

A organização explicou a ampliação dos eventos gratuitos --em anos anteriores, o público pagava para ver as palestras na Tenda do Telão-- como uma tentativa de democratização da Flip, inspirada pela atmosfera das manifestações de junho de 2013.

"Estou muito feliz com o resultado", afirmou Mauro Munhoz, diretor-presidente da Associação Casa Azul, organização que realiza a Flip. "Propusemos lá atrás um trabalho em que pudéssemos integrar a cidade. A Flip vai evoluindo e a gente conseguiu fazer a integração".

Munhoz ressaltou que, com a nova estrutura, não há mais divisão entre a tenda e os espaços públicos e lembrou que o show de abertura, com a cantora Gal Costa, também foi gratuito.

Para Izabel Costa Cermelli, diretora-superintendente da Casa Azul, houve um resgate do espírito da primeira edição da festa, que foi realizada em uma tenda abertura. "Resgatamos o espírito da primeira Flip. Acho que fruto também das manifestações que ocorreram no ano passado: o que ela é democrática, o quanto ela não é democrática. Acho que atingimos um resultado maravilhoso".

Nos próximos meses, a organização da Flip ainda deve anunciar o homenageado da próxima edição e confirmar se o curador Paulo Werneck continua ou não na função em 2015.

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