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Caricaturista da revista Mad faz imagem da capa do novo álbum do Skank

Capa do novo CD do Skank, "Os Três Primeiros" - Divulgação
Capa do novo CD do Skank, "Os Três Primeiros" Imagem: Divulgação
Adriana de Barros

Colunista de Música do UOL, onde atuou 20 anos na área de Entretenimento, com coordenação de coberturas em grandes festivais e do Carnaval. É curadora do edital 2020 Natura Musical e integrou o Superjúri 2019 do Prêmio Multishow. Eleita uma das cinco melhores jornalistas musicais do Brasil pelo WME Awards by Music2. Apresentadora do podcast Fala Zé na rádio Energia 97 ao lado de Zé Antônio Constantino e Hélio Cosmo Leite.

05/07/2018 15h24

Essa é a capa do novo CD e DVD "Os Três Primeiros" do Skank, gravado no Circo Voador, em 25 de novembro do ano passado, com lançamento marcado para o segundo semestre pela Sony Music. O registro também ganhará versão em blu- ray e vinil.  

O álbum reúne os sucessos dos três primeiros trabalhos do quarteto mineiro, além de músicas representativas desse período e mais duas inéditas, ainda sem nomes.

A imagem, inspirada nos antigos posters de circo, é uma ilustração do artista Emerson Camaleão, responsável por capas de revistas como Mad e Mundo Estranho. O projeto gráfico é de Marcus Barão.

Em São Paulo, o Skank faz show de lançamento em 1º de setembro no Credicard Hall. O repertório terá “Tanto”, “Jackie Tequila”, “Partida de Futebol”, “Garota Nacional”, “Tão Seu”, “Pacato Cidadão”, “Te Ver”, entre outras.

A ideia do projeto "Os Três Primeiros" surgiu durante os shows comemorativos dos 20 anos do álbum "Samba Poconé", quando o grupo recebeu pedidos de canções do repertório dos discos de estreia. Outro fator que pesou na decisão foi que nos anos 90, a banda não gravou nenhum álbum ao vivo.

Samuel (voz), Lello (baixo), Henrique (teclado) e Haroldo (bateria) sentiram falta de um registro com essa sonoridade. O Circo Voador foi escolhido por ser o local onde a banda mais se apresentou no início de carreira, além de ser um espaço icônico no Rio de Janeiro.

O primeiro disco do Skank surgiu em 1992, de forma independente. Em fevereiro de 1993, após assinar com a Sony, a banda remixou o álbum, que vendeu 250 mil cópias. “Calango”, lançado em 1994, é o álbum em que o Skank mais explicitou as influências do dancehall jamaicano.

O disco vendeu 1,2 milhão de cópias. Já “Samba Poconé”, de 1996, é o trabalho mais vendido dos mineiros e o primeiro do grupo a receber lançamento no exterior. Ele saiu em 1996 e vendeu 1,8 milhões de cópias.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL