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Obras de Warhol são leiloadas por US$ 153 milhões em Nova York

Don Emmert/AFP
12.nov.2014 - Pessoas participam do leilão dos quadros "Triple Elvis" (à esq, ao fundo) e "Four Marlons", na casa de leilões Christie's, em Nova York Imagem: Don Emmert/AFP

Chris Michaud

De Nova York

13/11/2014 12h52

A casa de leilões Christie's realizou o maior leilão de arte da história nesta quarta-feira (12), vendendo o equivalente a US$ 853 milhões em objetos de arte contemporânea e do pós-guerra, incluindo duas obras de Andy Warhol feitas com múltiplas imagens de Elvis Presley e Marlon Brandon.

A impressionante cifra arrecadada superou a estimativa pré-venda da Christie's de US$ 836 milhões. Essa foi a quarta vez sucessiva desde maio de 2013 que o certame de arte contemporânea e do pós-guerra da casa de leilões bate o recorde histórico de maior montante alcançado em uma venda única.

Um guerra de lances fez com que a obra de Warhol "Triple Elvis (Ferus Type)" fosse vendida por US$ 81,9 milhões, enquanto "Four Marlons" atingiu o preço de US$ 69,6 milhões, sendo essas as duas obras mais caras entre as 80 colocadas à venda diante de uma salão lotado, em que apenas cinco obras não tiveram comprador.

A Christie's estimava que as obras de Warhol, feitas com a técnica de silkscreen sobre linho, somassem US$ 130 milhões, o que se mostrou uma previsão consevadora ante um mercado altamente competitivo.

"Esse é um mercado movido por colecionadores globais, que estão em busca do melhor do melhor", disse Brett Gorvy, diretor internacional para arte contemporânea e do pós-guerra. "Mais do que recordes, isso envolve cinco, seis ou sete compradores competindo para gastar 50 ou 60 milhões de dólares em um objeto."

Um novo recorde foi estabelecido para o artista Cy Twombly, quando uma obra sem título de 1970 foi vendida por US$ 69,6 milhões, bem mais da estimativa entre US$ 35 milhões e US$ 55 milhões e o triplo do recorde anterior.

Recordes também foram estabelecidos para Ed Ruscha, Martin Kippenberger e Cindy Sherman no disputado leilão, que coroou duas semanas de grandes leilões para as principais casas Christie's e Sotheby's.

Com participantes de 43 países, os lances especialmente agressivos vieram de colecionadores europeus asiáticos e do Oriente Médio, além dos compradores norte-americanos, disse a Christhie's.

As duas semanas de leilões da Christhie's e Sotheby's totalizaram mais de US$ 2 bilhões em vendas.

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