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"O Livro Maldito" traz lista de ilícitos para mais variados perfis e objetivos mais sórdidos

Carlos Minuano

Do UOL, em São Paulo

20/12/2012 05h00

“As piadas que ensinam como fazer parte de uma quadrilha ou para entrar em uma igreja satânica são apenas isso: piadas”, afirma o publicitário americano Christopher Lee Barish, autor de "O Livro Maldito". A obra, diz ele, é para os leitores que preferem dar boas gargalhadas dos crimes detalhados em vez de praticá-los. Seja lá qual for de fato sua intenção, o que não faltam são opções no cardápio de maldades de Barish. O "Guia do mau" traz, em quase 200 páginas, 34 capítulos com uma lista de ilícitos que atendem aos mais variados perfis e aos objetivos mais sórdidos.

O autor explica com riqueza de detalhes como ficar rico sem fazer esforço, produzindo um filme pornô, mudar a identidade para não ser preso, abrir cofres, fazer ligação direta em qualquer tipo de automóvel, ensina até a assaltar bancos e forjar a própria morte. Esses são apenas alguns dos macetes compartilhados no livro. Se todos os picaretas tivessem a chance de ler, jamais teriam suas fotos nas páginas dos cadernos policiais ou terminariam seus dias mofando na cadeia, promete o autor com ironia no livro.

Autor ensina a não ser vítima de delitos

Divulgação
Em plena época do politicamente correto, o publicitário americano Christopher Lee Barish optou por tomar a via inversa. Dando de ombro para as instituições, ética ou bom senso, ele escreveu um divertido, detalhado e polêmico manual da picaretagem. Na capa de "O Livro Maldito" um selo ressalta o teor ‘casca grossa’ do conteúdo: 100% perverso.

“Existem coisas que você sempre quis fazer, mas nunca teve quem o treinasse ou o ajudasse? Então, ‘O Livro Maldito’ é para você”, escreve Barish. “Inicie uma carreira de sucesso, com dinheiro e biscates de sobra pelas ruas da cidade, e, se a situação apertar, falsifique dinheiro em poucas horas e suborne quem for preciso para que tudo fique dentro dos conformes”.

O livro apresenta tudo de forma organizada e didática, sem fotos, mas com ilustrações, de Christian Kunze. Para saber como roubar no jogo, por exemplo, leia o capítulo 14. Se preferir informações sobre como trocar o próprio nome, retorne ao capítulo 6. Os delitos mais pesados ganharam um espaço de destaque na Seção para Criminosos, com lições para contrabandear drogas, por exemplo.

O autor revela que a parte que mais gosta são os extras que acompanham algumas partes do livro. Chamado de Lendas Malditas, o bônus traz histórias reais de quem se deu bem (ou nem tanto) praticando alguma das tantas picaretagens ensinadas. “Fiquei fascinado com o caso de um falsificador profundamente religioso e com um homem que fugiu da prisão repetidas vezes usando um helicóptero”.

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