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Lucas Santtana e Duda Beat dançam juntos no clipe de "Meu Primeiro Amor"

Lucas Santtan e Duda Beat em cena do clipe "Meu Primeiro Amor" - Reprodução
Lucas Santtan e Duda Beat em cena do clipe "Meu Primeiro Amor" Imagem: Reprodução
Adriana de Barros

Colunista de Música do UOL, onde atuou 20 anos na área de Entretenimento, com coordenação de coberturas em grandes festivais e do Carnaval. É curadora do edital 2020 Natura Musical e integrou o Superjúri 2019 do Prêmio Multishow. Eleita uma das cinco melhores jornalistas musicais do Brasil pelo WME Awards by Music2. Apresentadora do podcast Fala Zé na rádio Energia 97 ao lado de Zé Antônio Constantino e Hélio Cosmo Leite.

06/09/2019 14h46

"Nasci menino longe da cidade/No semiárido lá do sertão/Não tinha água tão pouco comida/Até que Lula veio e deu a mão", diz "Meu Primeiro Amor", nova música de Lucas Santtana com participação da também nordestina Duda Beat.

Com um clipe repleto de delicadezas, roteirizado pelo cantor e compositor baiano, eles celebram o amor com narrativas sociais e abordam a situação política do país.

"Gravar esse clipe junto de Lucas foi uma alegria imensa pra mim, ainda mais porque terminou em forró. Dançamos e nos divertimos. Amo fazer parte dessa música", diz a cantora.

Esta é a primeira canção do álbum "O Céu é Velho Há Muito Tempo", que Lucas lança em 18 de outubro.

Veja abaixo a letra de "Meu Primeiro Amor"

Nasci menina na cidade grande
a maior da América do Sul
comia hambúrguer, via filme gringo
falava inglês e ouvia Blur

Um belo dia já adolescente
no Remelexo conheci forró
e desde então é coração saudade

Foi, foi, foi
foi meu primeiro amor

Foi, foi, foi
e até hoje eu danço esse calor

Nasci menino longe da cidade
no semiárido lá do sertão
não tinha água tão pouco comida
até que Lula veio e deu a mão

Um belo dia já adolescente
no Remelexo fui fazer forró
e conheci uma galeguinha linda

foi, foi, foi
foi meu primeiro amor

foi, foi, foi
e até hoje eu danço esse calor

Será que pode um nordestino pobre
e uma menina classe média, sim
juntar os trapos, romper as barreiras
de um país que ainda pensa assim
hoje moramos na cidade grande
mas nossa casa é do interior
e nossos filhos cada vez mais lindos

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