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Ano topíssimo pro sertanejo: Gênero dominou as rádios mais uma vez em 2017

Maiara & Maraisa, Luan Santana, Henrique & Juliano e Marília Mendonça foram os artistas mais tocados nas rádios em 2017 - Montagem UOL
Maiara & Maraisa, Luan Santana, Henrique & Juliano e Marília Mendonça foram os artistas mais tocados nas rádios em 2017 Imagem: Montagem UOL
Adriana de Barros

Colunista de Música do UOL, onde atuou 20 anos na área de Entretenimento, com coordenação de coberturas em grandes festivais e do Carnaval. É curadora do edital 2020 Natura Musical e integrou o Superjúri 2019 do Prêmio Multishow. Eleita uma das cinco melhores jornalistas musicais do Brasil pelo WME Awards by Music2. Apresentadora do podcast Fala Zé na rádio Energia 97 ao lado de Zé Antônio Constantino e Hélio Cosmo Leite.

02/01/2018 17h41

Não é de hoje que o sertanejo é o gênero mais tocado no país. Em 2017, mais uma vez, o ritmo domina a programação das principais rádios do Brasil. Em pesquisa divulgada pela Crowley, empresa responsável pelo ranking, das 100 músicas mais tocadas no ano passado, 87 foram sertanejas. Praticamente o mesmo número de 2016, que teve 89 "modas".

O hit "Acordando o Prédio", de Luan Santana, aparece em primeiro lugar com 73.369 execuções. Na sequência vem Henrique & Juliano com "Vidinha de Balada", que tocou 72.079 vezes.

A dupla Zé Neto & Cristiano, que em 2016, fechou o ano no topo com "Seu Polícia" aparece em terceiro lugar na lista com "Cadeira de Aço". A música, do DVD "Um Novo Sonho", tocou 66.254 vezes. 

O "feminejo" de Maiara & Maraisa, Marília Mendonça, Simone & Simaria aparecem em quarto, sexto e sétimo lugar, respectivamente.

Fora o sertanejo, aparecem nomes como Anitta, Wesley Safadão, Luis Fonsi e Thiaguinho. Mas nem tão fora do sertanejo assim, já que Anitta está na parceria com Simone & Simaria e Safadão em dueto com Marília Mendonça. 

A pesquisa foi realizada no período de 1 de janeiro a 31 de dezembro de 2017 com aferição de segunda à sexta–feira, das 7h às 19h nas emissoras monitoradas pela Crowley.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL