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Deborah Secco relembra beijo de quase 12 minutos em cena: 'Uma loucura'

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Colaboração para o UOL, em São Paulo

10/08/2020 04h00

Onze minutos e 51 segundos. Pasmem: Foi esse o tempo que Deborah Secco ficou em cena durante um beijo na série "Confissões de Adolescente", exibida em 1994 pela TV Cultura.

A atriz relembrou o feito — ou seria um recorde? — em participação no "OtaLab" no UOL da última quinta-feira (6).

'Foi uma loucura'

Deborah citou os longos minutos de ação ao responder se ela já havia passado por uma situação constrangedora envolvendo beijos enquanto atuava. Ela contou que, além dos quase 12 minutos em cena, passou horas ensaiando. Como? Beijando.

"Não tenho nenhuma história ruim de beijo [em cena]. Os beijos foram todos bons. Aliás, é uma coisa que eu amo. Mas, sem dúvida, o beijo mais longo foi o que eu fiz em cena em 'Confissões de Adolescente'. Foi o primeiro beijo da Carol, minha personagem, que durou 11 minutos e 51 segundos. Quase 12 minutos", disse a atriz aos risos.

"Fiquei horas beijando para gravar essa cena. Eu não sabia beijar ainda, foi uma loucura. Ainda beijava estranho porque quando a gente começa a beijar a língua fica meio dura, a gente fica mais preocupada em agradar o parceiro em vez de se divertir", completou.

Reprise, sim!

E por falar em cenas antigas, a atriz, que antes da pandemia estava no ar com a novela "Salve-se Quem Puder", disse que gosta de ver reprises dos seus trabalhos anteriores. Ela começou aos oito anos e hoje, aos 40, soma mais de três décadas de atuações.

"Eu gosto. Eu me critico vendo o que eu faço agora, assisto meio que anotando, como trabalho, me sinto em exercício. Mas ver reprises é maravilhoso, tem um distanciamento, então eu acho tudo ótimo, eu me acho ótima, o que acho que fiz mal, agora acho que fiz bem. É sensacional. Aliás, eu devia só assistir a reprises", brincou.

Sexo 10 vezes por dia?

A lembrança do longo beijo em cena não foi única coisa que surpreendeu em sua participação do "OtaLab". Durante a conversa com Otaviano, Deborah comentou também a declaração de que transava em média 10 vezes por dia no início de seu relacionamento com Hugo Moura —hoje seu marido e pai de sua filha, Maria Flor.

"Na verdade, eu nunca contei se foram dez. O que estava querendo dizer é que no início da relação a gente só fazia sexo, não tinha outro tipo de relacionamento. A gente só via e fazia sexo, a gente nem comia nem dormia. E aí quis dizer que, com o passar dos anos, a relação vai ganhando uma nova roupagem. A gente passa a fazer outras coisas além de sexo", explicou.