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Relógio e pintura de Jackie Kennedy podem arrecadar US$ 120 mil em leilão

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O relógio da Cartier, gravado na parte de trás, foi um presente para a então primeira-dama dos Estados Unidos de seu cunhado, o príncipe Stanislaw "Stas" Radziwill Imagem: Christie's Images/Handout via Reuters

11/05/2017 14h08

O relógio de pulso Cartier de Jackie Kennedy e uma pintura que ela fez em 1963 vão ser colocados em leilão em Nova York no próximo mês e podem conseguir até US$ 120.000.

O relógio da Cartier, gravado na parte de trás, foi um presente para a então primeira-dama dos Estados Unidos de seu cunhado, o príncipe Stanislaw "Stas" Radziwill. Jackie foi fotografada muitas vezes com acessório, segundo comunicado da Christie's, empresa que organiza o leilão.

O relógio será vendido no dia 21 de junho, junto com uma pintura simples feita por Jackie para marcar uma caminhada de 80 km em Palm Beach que Radziwill e outros amigos dos Kennedy fizeram para promover o modo de vida saudável.

Christie's descreveu o relógio, e a pintura que o acompanha, que era desconhecida do público, como "dois dos mais importantes artefatos históricos a aparecer recentemente dos anos dourados da Presidência de Kennedy".

"Junto com a pintura de Jackie, esses dois objetos capturam o espírito de outra era, um tempo em que a amizade e o otimismo da geração pareciam tornar qualquer coisa possível", disse John Reardon, chefe internacional da divisão de relógios da Christie's.

O atual dono do relógio quer se manter anônimo, mas disse que vai doar uma parte do que for arrecadado no leilão para o Fundo Nacional para as Artes.

A maior parte dos pertences pessoais de Jacqueline Kennedy foram leiloados em 1996, após sua morte por câncer em 1994 aos 64 anos. O leilão de 1996 na Sotheby's em Nova York arrecadou aproximadamente US$ 34 milhões, valor sete vezes maior ao esperado.

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