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Bryan Singer, de "Bohemian Rhapsody", fecha acordo sobre caso de estupro de menor

O cineasta Bryan Singer  - Jason LaVeris/FilmMagic
O cineasta Bryan Singer Imagem: Jason LaVeris/FilmMagic

Rodolfo Vicentini

Do UOL, em São Paulo

12/06/2019 21h54

O diretor Bryan Singer, de "Bohemian Rhapsody" e da saga "X-Men", vai pagar US$ 150 mil para resolver as acusações de que teria estuprado um garoto de 17 anos em 2003.

Cesar Sanchez-Guzman entrou na justiça em dezembro de 2017 alegando que o cineasta o agrediu sexualmente durante uma festa em um iate em Seattle (EUA). Cesar afirmou que Bryan fez sexo oral nele contra sua vontade e o penetrou.

O diretor negou a acusação novamente e garantiu que o acordo é apenas para evitar mais custos.

"O devedor apresentou uma reclamação contra o Sr. Singer que ele não tinha base ou direito legal de registrar", disse Andrew Brettler, advogado de Bryan Singer. "Sr. Singer negou até mesmo conhecer esse indivíduo, quanto mais alegadamente ter interagido com ele há mais de 15 anos."

"A decisão de resolver a questão foi puramente comercial, já que os custos do litígio excederiam em muito o valor solicitado pelo administrador para quitar os credores que receberiam o dinheiro".

Cesar entrou na justiça para pedir falência em 2014. A administradora da falência tomou as rédeas da ação em 2018, alegando que Bryan não tinha sido listado entre seus ativos e que qualquer procedimento deveria estar disponível para seus credores.

Segundo a Variety, sob os termos do acordo, US$ 61 mil serão destinados aos credores. A maior parte destas reivindicações representa dívida de empréstimo estudantil.

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