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"Se eu fosse só cantor, não chegaria a lugar nenhum", diz Wesley Safadão

Wesley Safadão conversa com Pedro Bial nesta terça-feira - Divulgação
Wesley Safadão conversa com Pedro Bial nesta terça-feira Imagem: Divulgação

Jonathan Pereira

Colaboração para o UOL

12/12/2018 06h52

Wesley Safadão falou de momentos de sua carreira no "Conversa com Bial" de terça-feira (11). O cantor explicou ao apresentador o que o levou a gerenciar os shows e seus negócios, ao invés de delegar a terceiros.

"Foi um período que comecei a enxergar que, se eu fosse só cantor, não chegaria a lugar nenhum, então comecei a me preocupar com tudo que envolve a carreira. As pessoas falam muito o que a gente quer ouvir, e quero saber o que preciso mudar em meus shows".

O incentivo da família foi fundamental. "Minha mãe sempre teve uma parcela de contribuição muito grande. Era aquela que dava as caras, ia nos escritórios pedir para mostrar minha música". Safadão aproveitou que estava se tornando conhecido para não descansar.

"[A música] 'Camarote' realmente foi um divisor. No período pós-carnaval a gente dá uma parada de 20 dias, mas nesse ano, 2015, nem parou, trabalhamos de segunda a segunda. Queria fazer show e que as pessoas me conhecessem".

E qual o critério para lançar um hit atrás do outro? "Quando a gente escuta tem uma noção, mas não tem certeza que vai fazer sucesso. A primeira coisa que foco é se homem e mulher vão cantar", revela.

O cantor falou ainda do adeus aos longos cabelos. "Tinha pensamento de cortar com 30 anos, minha mãe não queria, minha esposa também não. Eu comecei a ir preparando o povo, fui adotando visual coque, depois chapéu para que, quando cortasse, não causasse impacto. Fiz show duas semanas antes de viajar para Miami [onde revelou o novo visual] já com o cabelo cortado e chapéu".