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Anitta "esquece" produtores em série e eles lamentam: "o ser humano é ingrato"

Manuela Scarpa/Brazil News
Imagem: Manuela Scarpa/Brazil News

Ana Cora Lima

Do UOL, no Rio

16/11/2018 12h00

O documentário "Vai Anitta" mal estreou na Netflix e já provocou uma saia justa nos bastidores do mundo do funk. Os produtores Renato Azevedo, conhecido como DJ Batutinha, e Rômulo Costa, que trabalharam com a cantora no início da carreira, não curtiram terem sido ignorados no documentário.

"Já esperava. O ser humano é ingrato, mas a história está aí e não se apaga. Existem registros como fotos, vídeos, programas e discos e é só ver ou procurar para descobrir onde ela começou a carreira", explicou Rômulo Costa ao UOL. Ele é o dono da equipe Furacão 2000, que lançou Anitta.

"Larissa, você pode até tentar me tirar da sua história! Mas não tem como negar que eu estava certo. Parabéns pela série no Netflix.", escreveu Batutinha nas redes sociais.

Em março para um especial do UOL, Batutinha contou como descobriu Anitta.

"Vi um vídeo dela na internet, cantando duas músicas que eu tinha produzido para outra cantora, a Priscilla Nocetti. Percebi que tinha algo a mais no timbre de voz e na presença de palco e resolvi chamá-la para um teste vocal no estúdio. Ela chegou lá e cantou as músicas que pedi, de um jeito totalmente peculiar, que eu decidi que iria escrever e produzir. Apostei na Larissa".

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Batutinha também não esqueceu de elogiar a determinação de Anitta e assumiu que sempre soube que ela teria uma carreira promissora. "Eu tinha certeza absoluta que havia encontrado uma popstar! Mesmo dentro do universo do funk."

A reportagem procurou a assessoria da cantora para ela comentar as declarações dos produtores e não obteve resposta.