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Barbra Streisand fala sobre seus cães clonados: "Não dá pra clonar a alma"

Barbra Streisand posa com suas cachorras -- duas das quais são clones -- para a revista "Variety" - Reprodução/Variety
Barbra Streisand posa com suas cachorras -- duas das quais são clones -- para a revista "Variety" Imagem: Reprodução/Variety

Osmar Portilho

Colaboração para o UOL

27/09/2018 20h16

Em fevereiro, foi divulgada a notícia de que Barbra Streisand tinha guardado células de sua cachorra de estimação, Samantha, da raça Coton de Tulear, para fazer dois clones: Miss Violet e Miss Scarlett. Na época, a cantora de 76 anos deu poucos detalhes sobre o procedimento e chegou a enfrentar algumas críticas na internet por tentar substituir sua cachorrinha, que morreu no ano passado. Em entrevista ao site ET, ela falou pela primeira vez sobre o assunto.

"Eu era muito devota por minha Samantha de 14 anos. Ela era como minha filha e entendia as palavras, sabe? Ela era inteligente e linda. Eu não conseguia encontrar outra Coton de pelo enrolado. Os canis não tinham igual", explicou. "Eu não conseguia lidar com sua perda. Para mim, foi catastrófico".

Ao explicar o procedimento de clonagem, Streisand apenas disse que as células foram coletadas da boca e do estômago da cachorrinha.

Sobre os clones, a cantora diz que "são parecidos, mas não dá pra clonar a alma". "É como uma criança. Todos são diferentes, mesmo se são gêmeos. Foi fantástico poder vê-las".

With Miss Violet... relaxing in her bed.

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