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Estúdio distancia produtor de "Nasce Uma Estrela" condenado por assédio

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Bradley Cooper e Lady Gaga em cena de "Nasce Uma Estrela" Imagem: Divulgação

Caio Coletti

Colaboração para o UOL

12/09/2018 13h39

Enquanto os públicos de festivais ao redor do mundo estão se rendendo a "Nasce Uma Estrela", estrelado por Bradley Cooper e Lady Gaga, a Warner Bros. viu a necessidade de se distanciar de um dos produtores do projeto, Jon Peters, após o resgate de uma condenação por assédio sexual.

Em 2011, Peters teve que pagar US$ 3,3 milhões para uma ex-funcionária, Shelly Morita, por "severo e insistente" assédio, que teria criado um "ambiente de trabalho hostil e abusivo". A condenação foi resgatada por um artigo do site "Jezebel", que questionou a ética de ter Peters como produtor de um dos maiores lançamentos da temporada.

Agora, a Warner está dizendo que o crédito de Peters é uma mera formalidade, já que ele está envolvido com os direitos autorais de "Nasce Uma Estrela" desde 1976, quando produziu uma versão da história estrelada por sua então namorada, Barbra Streisand. Segundo o estúdio, Peters não participou ativamente da produção.

O sindicato de produtores de Hollywood confirmou a versão da Warner, notando que Peters não estaria entre os produtores creditados pelo filme caso "Nasce Uma Estrela" seja indicado para prêmios como o Oscar. Se o longa vencer melhor filme no Oscar 2019, por exemplo, Peters não receberia uma estatueta.

A nova versão de "Nasce Uma Estrela" está em desenvolvimento há anos. Uma das encarnações anteriores, que acabou sendo abortada, teria direção de Clint Eastwood e seria estrelada por Beyoncé.

O musical com Gaga e Cooper chegará aos cinemas brasileiros em 11 de outubro.

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