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Phil Collins quer reunir Genesis com filho de 17 anos na bateria

Phil Collins e o filho Nicholas, hoje com 17 anos - Larry Marano/Getty Images
Phil Collins e o filho Nicholas, hoje com 17 anos Imagem: Larry Marano/Getty Images

Leonardo Rodrigues

Do UOL, em São Paulo

15/08/2018 15h21

Após retornar da aposentadoria, Phil Collins está disposto a reunir a banda que o lançou na música, o Genesis, e a eventual volta aos palcos pode acontecer mediante uma condição: o novo baterista deveria ser ninguém menos que seu filho Nicholas, de 17 anos. A possibilidade foi aberta pelo músico em entrevista à revista "Rolling Stone".

Vale lembrar que, por causa de um problema no sistema nervoso, Phil Collins não possui mais mobilidade para executar o instrumento como no passado, abrindo vaga para seu antigo posto de baterista.

Segundo o cantor, seus ex-colegas Mike Rutherford e Tony Banks estão abertos à ideia de contar com um integrante adolescente. A dupla inclusive assistiu a Nicholas tocar com o pai em sua mais recente turnê, "Not Dead Yet Live", e eles aprovaram o desempenho do jovem.

“Eles deliraram com o Nicholas. O Mike fez um comentário apropriado: 'Ele apenas entende do assunto. Faz apenas o que é necessário para a música'. Eu achei uma coisa maravilhosa de se dizer. E ele tinha 16 anos naquele momento", afirmou Phil Collins.

"Eu acho que, se fizéssemos alguma coisa, teria que ser com o Nic na bateria, porque eu não acho que sou mais capaz de tocar. E eu acho que a opinião deles sobre o Nic é alta o suficiente para que eles o levarem a bordo na banda.”

A última vez que o Genesis se reuniu foi em 2007, na turnê comemorativa "Turn It On Again". Foi nessa época que Phil Collins deslocou uma vértebra do pescoço que afetou boa parte de seu sistema nervoso, prejudicando movimentos simples como o caminhar.

O Genesis reunido em 2007 - Divulgação - Divulgação
O Genesis reunido em 2007
Imagem: Divulgação

"Eu não diria que [a reunião] é impossível de acontecer (...) Mike, Tony e eu ainda somos muito próximos. Não tenho ideia de como exatamente seria sem eu poder tocar bateria, mas nada é impossível."