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Mistério resolvido? Homem com câncer terminal admite envolvimento na morte Tupac

Foto de 1993 do rapper Tupac Shakur, que foi assassinado em 1996 - AP
Foto de 1993 do rapper Tupac Shakur, que foi assassinado em 1996 Imagem: AP

Caio Coletti

Colaboração para o UOL

03/07/2018 09h37

Vinte e dois anos depois, o assassinato de Tupac Shakur parece estar mais perto do que nunca de ser resolvido, após um suspeito confessar ter participado da execução do rapper.

Duane Keith Davis, conhecido como Keefe D, fez a confissão diante das câmeras da minissérie "Unsolved: The Tupac and Biggie Murders", e afirmou ter resolvido admitir sua parte no crime após ser diagnosticado com câncer terminal.

"Eu era um chefão do crime em Compton, um traficante de drogas, e sou o único que pode contar a história da morte de Tupac", comenta ele na minissérie, segundo o o site da revista britânica "NME". "As pessoas estão me perseguindo, perguntando sobre isso, há 20 anos. Eu estava no carro de onde vieram os tiros que mataram Tupac. Eu sei quem apertou o gatilho. Não posso nomear o atirador, porque esse é o código das ruas", diz ele.

O produtor da série documental, Kyle Long, criticou a polícia de Las Vegas por não prender Keefe D após a confissão. "Ele contou tudo na frente das câmeras. Isso é absurdo", disse.

"Unsolved" está disponível na Netflix. Um outro documentário sobre a vida, morte e legado de Tupac está por vir, dessa vez aprovado pela família do rapper e dirigido por Steve McQueen ("12 Anos de Escravidão"). Ainda não há previsão para o lançamento do projeto.

O rapper foi baleado em 7 de setembro de 1996, e morreu no hospital seis dias depois.