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14 artistas que exageraram nos "gorós" e deram vexame no palco

Arte/UOL, com Divulgação
Imagem: Arte/UOL, com Divulgação

Do UOL, em São Paulo

01/07/2018 04h00

Estar num palco e mostrar sua arte é algo que mexe com qualquer artista. Há os mais tímidos, os que viram outras "personas" e os que exageram um bocado na diversão. Às vezes, dá certo. Em outras, não. E, por diversão, entende-se que álcool e drogas são os ingredientes que muitas vezes afetam esta galera.

Veja abaixo algumas das vezes em que exagerar nas substâncias levou músicos a darem vexame no palco. Causos que viraram história, alguns mais cômicos, outros simplesmente tristes, mas que não serão esquecidos tão cedo:

Nasi e o escorpião

O vocalista do Ira havia passado por uma cirurgia bariátrica, e o procedimento fez com que ele passasse a absorver o álcool ingerido mais rapidamente. Em uma ocasião, em São Paulo, ele perdeu o controle e ficou, digamos “travado” no palco. O caso ganhou ainda mais fama quando Nasi culpou uma picada de escorpião pelo incidente. O próprio cuidou de devolver os valores dos ingressos aos espectadores ou fornecer uma entrada para outro show.

Bruno: álcool e remédios

Este caso de maio de 2017, em Patos de Minas, acabou pegando mal para a dupla Bruno e Marrone. Bruno precisou se desculpar e disse que misturou álcool com medicamentos. “Já bebi, já bebi no palco, já pus o pessoal pra beber comigo e eu sou muito forte para beber. E eu estou tomando um remédio (...). O show foi mais cedo e não deu tempo do remédio sair do meu organismo”, disse ele. “Depois do meio do show para frente, não lembro de mais nada. Quero pedir desculpa, perdão”.

Metallica e a troca de instrumentos

Hoje a galera do Metallica é super profissional. Mas eles já foram os líderes das festas. Certa vez, o álcool foi meio longe de mais. No meio de um show, os integrantes trocaram instrumentos e o batera Lars Ulrich foi parar nos vocais. Com direito a discursos ininteligíveis e um Lars cambaleante, eles mandaram “Am I Evil” em uma versão que ficou pra história.

Scott  Weiland: cocaína não, já o álcool...

Se for beber, não discurse. Em 2010, com o Stone Temple  Pilots, Scott  Weiland pegou o microfone para fazer um discurso com as palavras saindo embaralhadas de sua boca. O lado positivo é que na ocasião ele disse que deixou as drogas. A ruim é de que havia voltado a beber. Scott prometeu se cuidar mais para fazer mais shows. Ele morreu em 2015, de overdose, deixando uma multidão de fãs órfãos.

Amy  Winehouse: cambaleante

Infelizmente, o problema de Amy com álcool afetou a carreira de uma das vozes mais belas a surgir nos últimos tempos. Em um show na Sérvia, ela chegou a ser vaiada e teve comportamento errático, tropeçando no palco, tirando os sapatos e até se apoiando em um dos músicos para conseguir se manter em pé. Amy morreu em 2011.

Slash: cara, cadê minha calça?

Outro cara que nunca escondeu que curtia álcool e drogas é Slash, e algumas vezes isso foi visível no palco. Em um show nos anos 1990, ele apareceu com shorts que mais pareciam uma samba canção ou pijama e, um tanto enrolado nas palavras, explicou. “Tive que trocar a porra da minha roupa, porque as calças rasgaram e minhas bolas estavam penduradas. Não estou imitando o Angus Young, ok?"

Lady Gaga: Grammy e o outro compromisso

Em um dia de Grammy, Lady Gaga tinha outro compromisso após a premiação. O problema é que ela festejou demais, e acabou não entregando o que precisava na hora de se apresentar sozinha, ao piano, desafinando e tropeçando nas letras.

Poison: bagunçando tudo na TV

Estava rolando o MTV Music Awards e o Poison era uma das atrações. Bem, o combinado era tocar “Unskinny Bop”. Mas eis que o guitarrista CC DeVille, à época viciado em cocaína, começou a tocar outra canção, “Talk Dirty To Me”, mal e porcamente, e a banda teve de ir atrás, em uma performance lamentável.

Marilyn Manson: carregado

Não que ele seja conhecido por performances “normais”, mas algumas vezes Marilyn Manson passou do ponto no nível de precisar ser retirado do palco. Isso aconteceu em 2013 no Canadá. Os roadies aguardaram um tempo para ver se era uma cena, mas ele foi carregado para os bastidores.

Kurt Cobain: travado no Brasil

É bem sabido que Kurt Cobain estava “voando” em uma visita do Nirvana no Brasil, no quesito drogas. As imagens dos shows da banda em 1993, mostram Cobain até saindo do palco engatinhando durante a apresentação na Apoteose, no Rio, durante o Hollywood Rock.

Avril Lavigne: desafinando o rock

A canadense pagou um mico tentando cantar “I Love Rock and  Roll” com o Steel Panther, certa vez. Realmente, a banda e Avril não combinaram o tom mais adequado para a voz dela, que também parecia estar bem longe de estar sóbria.

Green Day: um minuto??

Em 2012, no I Heart Radio Music Festival, Billie Joe Armstrong já ficou bravo porque o set do Green Day foi abreviado para dar lugar ao Usher. Alie isso à bebedeira, e o resultado foi o vocalista irritadíssimo no palco. “Um minuto? Vocês vão me dar um minuto? Olhe para aquele aviso! Eu estou por aí desde 1988 e vocês me dão um minuto. Vocês estão me zoando? Não sou o Justin Bieber! Deixa eu te mostrar o que um minuto significa”, gritou ele, quebrando sua guitarra e mostrando o dedo do meio.

Dave Mustaine: canta, Dave! Ah, não...

Outro líder de banda famoso por pegar pesado, Dave Mustaine teve uma participação surpreendente em um show do Guns N’ Roses nos anos 1990. A banda tocava “Knocking On Heaven’s Door”. Surge Mustaine, se põe ao lado de Axl Rose e... Nada. Mustaine sai cambaleando pelo outro lado do palco, sem cantar nada, e deixa Axl com cara de quem não entendeu nada.

Scott  Stapp: quando os fãs processam...

20.abr.2012 - Scott Stapp, vocalista do Creed, se apresenta no Beacon Theatre, em Nova York - Fernando Leon/Getty Images - Fernando Leon/Getty Images
Imagem: Fernando Leon/Getty Images

Os fãs costumam ter muita paciência com seus ídolos. Mas, quando eles próprios resolvem processar um grupo por conta de um mau show, é porque a coisa foi ruim mesmo, não é? Aconteceu com o Creed, em um show de 2003. O vocalista Scott Stapp se apresentou totalmente fora de si, e quatro fãs pediram reembolso e indenização, num caso que à época estimou-se que, coletivamente, podia chegar a US$ 2 milhões em prejuízo para a banda.