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Suprema Corte dos EUA nega pedido de envolvido em caso de Making a Murderer

Morry Gash/AP/Arquivo
Brendan Dassey, um dos condenados por assassinato apresentado na série Making a Murderer, da Netflix Imagem: Morry Gash/AP/Arquivo

Do UOL, em São Paulo

25/06/2018 11h23

A Suprema Corte dos Estados Unidos se recusou a assumir o caso de Brendan Dassey, cujo caso é retratado no documentário "Making a Murderer", da Netflix.

Hoje com 28 anos, Dassey foi sentenciado à prisão perpétua depois de ser julgado e condenado ao lado de seu tio, Steven Avery, por ter assassinado a fotógrafa Teresa Halbach em 31 de outubro de 2005.

Os advogados de Dassey alegaram que a confissão dada por ele na época foi forçada pelos investigadores. A Suprema Corte não deu um motivo para não atender o apelo dos advogados.

Em agosto de 2016, um juiz federal havia concordado que Dassey teria sido coagido pelos investigadores em sua confissão e ordenou sua libertação, que não aconteceu após uma apelação da promotoria. O caso foi revisto novamente em dezembro de 2017 e votado por 4 a 3 de que a polícia obteve a confissão de forma voluntária.

A decisão da Suprema Corte significa de que esta última sentença não será revista.