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7 vezes em que "Simpsons" tentou prever o futuro... e falhou miseravelmente

Allstar/FOX
Imagem: Allstar/FOX

Do UOL, em São Paulo

23/06/2018 04h00

Você provavelmente já conhece a fama. “Os Simpsons”, série animada mais longeva da história da TV americana, tem o curioso e recorrente hábito de "prever" o futuro, acertando desde Donald Trump na presidência dos Estados Unidos ao vencedor de prêmio Nobel, passando pela vitória da Alemanha na Copa de 2014.

Tal capacidade de antever acontecimentos, muitos deles inacreditavelmente cômicos e bizarros, é um fato, mas precisamos admitir: “O Simpsons” erram, e erram muito, quase o tempo todo. Um dos motivos é que, mirando o efeito humorístico, as histórias costumam atirar para todos os lados.

Veja abaixo sete exemplos de previsões furadas da série do cartunista Matt Groening. Qual delas você gostaria de ver na vida real?

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Arnold Schwarzenegger presidente

Em “Simpsons - O Filme” (2007), a decisão de isolar a poluída cidade de Springfield sob uma cúpula gigante é tomada pelo presidente Arnold Schwarzenegger. Ele mesmo! Como sabemos, o ex-governador da Califórnia não chegou à Casa Branca e muito provavelmente jamais chegará, mesmo já tendo sinalizado planos para isso. Segundo a legislação americana, como o republicano nasceu na Áustria, sua candidatura dependeria de um longo trâmite burocrático.

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Musical de “Planeta dos Macacos”

Entre várias previsões de programas de TV, filmes e atrações culturais, “Os Simpsons” já chegou a prever em sua sétima temporada que o clássico de Hollywood "Planeta dos Macacos” ganharia uma versão musical na Broadway, estrelada pelo ator fictício Troy McClure. A franquia foi retomada no cinema, mas não há planos de transformá-la em espetáculo teatral. Ao menos por enquanto. Recentemente, vários filmes famosos foram reeditados nos palcos.

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Big Ben com display digital

Em “O Casamento da Lisa”, de 1995, a série vislumbra como seria 2010, ano em que Lisa supostamente se casaria com um jovem inglês chamado Hugh Parkfield. O episódio faz várias previsões hilárias, incluindo um novo projeto de avião comercial, parecido com os primeiros modelos criados, mas o que chama mais atenção é a nova configuração do tradicional Big Ben, que perderia seus ponteiros e ganharia display digital. Os britânicos jamais permitiriam.

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Polaroid confeiteira

Em 2005, “Os Simpsons” deu mais um salto para o futuro, desta vez rumo a 2013. O episódio "Futuro-Drama" traz várias exercícios de futurologia. Os policiais, por exemplo, virariam “robocops”. Em uma das cenas, Marge tira uma foto de Bart e Lisa usando uma máquina Polaroid, e a imagem expelida em papel fotográfico é capaz de se transformar instantaneamente em um... bolo. Mas heim? Em outra passagem, Homer e Marge recebem por correio um cartão postal com imagens animadas também sobre o papel. Nada disso aconteceu.

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Nasa enviando pessoas comuns ao espaço

Um dos episódios mais queridos da série, lançado em 1994, mostra Homer Simpson embarcando em uma viagem espacial. Preocupada com o declínio de sua popularidade, a Nasa teria decidido lançar um programa que permite pessoas comuns viajarem ao espaço. Homer é selecionado para dar uma voltinha por fora da Terra. Apesar de algumas empresas há anos oferecerem passeios espaciais por verdadeiras fortunas, nunca a agência americana nem sequer aventou a possibilidade de levar cidadãos comuns ao espaço.

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Criogenia

A tecnologia que envolve congelar alguém para descongelá-lo muito tempo depois já foi retrata inúmeras vezes na cultura pop. Em “O Casamento da Lisa”, Montgomery Burns passa por um tratamento de criogenia após receber 17 facadas nas costas. Seu fiel escudeiro Waylon Smithers aguarda enquanto um grupo de cientistas tenta descobrir a cura para os ferimentos, e eles descobrem! Embora o resultado não tenha se mostrado 100% acertado na série, tal procedimento ainda é um sonho para o ser humano.

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diePod

Em "Abe de Um Milhão de Dólares" (2006), a série vislumbrou uma revolucionária tecnologia desenvolvida pela empresa Mapple, paródia da gigante Apple. Entre as inovações trazidas pelo gênio Steve Mobbs está o diePod, nada menos do que uma máquina de eutanásia que muito se assemelha a um iPod gigante. O suicídio assistido permitido em apenas alguns Estados americanos do pai de Homer, claro, não dá certo. Obviamente (ou não), a Apple jamais se interessou em entrar nesse "mercado".