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Divertido, coeso e com poucas respostas: "Guerra Infinita" ganha elogios

Chuck Zlotnick/Marvel
Vingadores: Guerra Infinita Imagem: Chuck Zlotnick/Marvel

Do UOL, em São Paulo

24/04/2018 19h24

ATENÇÃO: o último parágrafo do texto abaixo contém spoiler. Não leia se você não quer saber o que acontece no filme.

O novo "Vingadores: Guerra Infinita", que estreia no Brasil na próxima quinta (26), já pode ser considerado um sucesso de crítica. O filme foi exibido para jornalistas nesta segunda nos Estados Unidos, e o tom geral das críticas vem sendo elogioso, o que provavelmente alavancará seu desempenho nas bilheterias. A expectativa já é alta.

No site "Rotten Tomatoes", que compila a opinião dos principais veículos do mundo, o longa é listado com 89% de aprovação, com nota média de 7,8 em uma escala que vai até dez. Já no concorrente "Metacritic" a avaliação é um pouco mais baixa, na casa de 76 pontos em cem possíveis.

Segundo a revista "Variety", a aventura que une personagens de todas as franquias da Marvel é uma mistura "bem-intencionada que acaba sendo divertida, apesar do fato de que incluir muitos super-heróis na tela faz com que muitos deles deixem de ser especiais", escreve Owen Gleiberman.

Já o "The Hollywood Reporter" elogia a sequência de ações do filme e afirma que o clímax da história consegue surpreender. "Nenhum fã da Marvel sairá antes dos longos créditos finais rolarem para o tradicional última cena, que amplifica o final e oferece ainda mais perguntas, não respostas", entende Todd McCarthy.

Para o site "The Wrap", assistir à "Guerra Infinita" é uma experiência prazerosa. Os diretores souberam trabalhar com coesão as dinâmicas dos personagens e acertaram ao incluir dose extra de violência. "Mas, como a maioria dos filmes da Marvel, ele trata mais do próximo filme do que dele mesmo", aponta Alonso Duralde.

O jornal "The New York Times" vai na mesma linha frisando que este não é um filme produzido para se compreender individualmente, mas como mais um capítulo de um universo que parece inesgotável. "A combinação Disney-Marvel é uma máquina gigante que fabrica consentimentos máximos. O cosmos é deles. Resta a  nós apenas viver com isso", sintetiza A.O. Scott.

O britânico "The Guardian" salienta que o filme tem falas espertas e observações espirituosas. E, atenção, fãs, para o alerta de spoiler: mortes vão acontecer. "É  um filme supremamente 'assistível', totalmente confiante em sua mitologia maleável. (...) Sei que é bobo. E, no entanto, não posso deixar de esperar ansiosamente pelo próximo episódio superdimensionado desse caos", diz Peter Bradshaw.

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