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Caso de US$ 300 milhões: músico jamaicano processa Miley Cyrus por plágio

A cantora americana Miley Cyrus  - Reprodução/W Magazine
A cantora americana Miley Cyrus Imagem: Reprodução/W Magazine

Do UOL, em São Paulo

14/03/2018 19h57

O músico jamaicano de dancehall Michael May, conhecido pelo nome artístico Flourgon, está processando a cantora Miley Cyrus por plágio na música "We Can't Stop". Na ação, Flourgon afirma que metade da faixa, incluída no álbum "Bangerz" (2013), copia "We Run Things", lançada por ele em 1988.

O processo, que pede reparação financeira por parte da cantora e da gravadora RCA Record, que pertence à Sony, não especifica o dano, mas os advogados de Flourgon chamam a ação de "caso de US$ 300 milhões" (cerca de R$ 978 milhões).

Segundo a agência Reuters, May cita um trecho específico de "We Can't Stop" em que Miley canta "we run things, things don't run we". Na letra original, ele diz "we run things, things no run we".

Miley "deve sua imensa popularidade e sucesso lucrativo ao conteúdo original, criativo, único e protegido dele. Além do valor estabelecido", escreve o texto da ação, que pede que cantora pare de se apresentar com a música e lucrar com a venda e execuções da música.

Procurados pela revista "Variety", representantes de Miley Cyrus e da RCA afirmaram que não irão comentar o caso enquanto não houver decisão judicial.

Curiosamente, apesar de todo o sucesso, “We Can’t Stop” não chegou ao número 1 da parada americana, ficando atrás apenas de “Blurred Lines”, de Robin Thicke, que perdeu milhões na Justiça em um processo de plágio movido pela família do cantor Marvin Gaye, que também o acusou de plágio.

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