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Globo estreia adaptação de "Guerra e Paz" comparada a "GoT"; conheça

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"Guerra e Paz", minissérie da BBC baseada na obra de Tolstói, chega à Globo Imagem: Divulgação

Do UOL, em São Paulo

28/02/2018 04h00

A Globo estreou, na noite de segunda (26) para terça, uma série da BBC que já tem conquistado o público brasileiro com seus cenários e figurinos de época luxuosos: “Guerra e Paz”, adaptação britânica da obra escrita pelo russo Leon Tolstói, exibida originalmente dois anos atrás.

A série acompanha os círculos da aristocracia russa enquanto o conflito do império com Napoleão Bonaparte se intensifica. É nesse cenário que Pierre Bezukhov (Paul Dano), filho ilegítimo de um nobre e motivo de chacota na alta-sociedade, inesperadamente se torna um dos homens mais ricos do país ao ser reconhecido pelo pai moribundo. O rapaz então se torna alvo do interesse do príncipe Vassily Kuragin (Stephen Rea), que quer casá-lo com sua filha, Hélène (Tuppence Middleton).

O problema é que Pierre está apaixonado por Nastaha (Lily James), filha de dois aristocratas decadentes, o que dá início a um complicado enredo amoroso permeado por interesses e tradições.

Escrita por Andrew Davies (“House of Cards”) e dirigida por Tom Harper (“Peaky Blinders”), a produção britânica se aproxima das novelas com seus romances impossíveis, suas intrigas palacianas e uma vilã para odiar. Mas a produção é, definitivamente, de escala épica: as cenas de batalha são grandiosas, os figurinos são sofisticadíssimos, e o elenco traz ainda nomes consagrados como Gillian Anderson (“Arquivo X”), Jim Broadbent (“Game of Thrones”) e Brian Cox (“Deadwood”).

Esses, porém, não foram os únicos aspectos que chamaram a atenção quando a minissérie foi ao ar no Reino Unido. Com cenas quentes de sexo e até um momento de nudez frontal masculina, “Guerra e Paz” chegou a ser comparada pela mídia especializada com “Game of Thrones” – principalmente por incluir, entre suas tramas, o casal incestuoso formado por Helene e seu irmão, Anatole (Callum Turner), cujo relacionamento é apenas insinuado na obra de Tolstói. Espectadores e críticos chegaram a acusar o roteirista Andrew Davies de “sexualizar” a obra, ao que ele respondeu, em entrevista ao jornal “Daily Telegraph”, que apenas escreveu “uma ou duas coisas que Tolstói esqueceu de escrever”.

O público que tem acompanhado a produção na Globo aprovou. A única queixa, por enquanto, é o horário: a minissérie vai ao ar entre meia-noite e uma da manhã, depois do “Jornal da Globo”.

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