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David Copperfield é acusado de drogar e abusar de uma modelo de 17 anos

Reprodução/The Wrap
Brittney Lewis e David Copperfield durante o concurso de beleza no Japão em 1988 Imagem: Reprodução/The Wrap

Do UOL, em São Paulo

25/01/2018 09h59

O ilusionista David Copperfield, 61, está sendo acusado de drogar e abusar de uma modelo em 1988 quando ela tinha 17 anos. A modelo Brittney Lewis afirmou que conheceu o mágico em Atami, no Japão, durante o concurso de beleza Look of The Year, em que ele era um dos jurados. Na ocasião, Copperfield tinha 32 anos. A informação foi publicada pelo site The Wrap.

De volta aos Estados Unidos, o artista a convidou para assistir ao seu show na Califórnia. Após a apresentação, de acordo com a modelo, eles foram a um bar e o mágico teria colocado um pó em seu copo. De acordo com a modelo, sobre o pó, Copperfield disse que estava "só compartilhando".

Como Brittney era menor, o mágico pediu autorização para a avó da garota, Patricia Burton, para fazer a viagem. Ao The Wrap, a avó disse que Copperfield garantiu que cuidaria da garota e que eles dormiriam em quartos separados. "Ele era uma pessoa muito charmosa", disse Patricia.

A viagem, segundo a avó, foi esplêndida no começo e que a neta ficou muito encantada, mas não queria nenhum relacionamento com o mágico. Ela disse que em um momento, Copperfield tentou segurar a mão da menina, mas ela declinou dizendo que eram "apenas amigos".

Brittney afirmou que depois de colocar o pó em sua bebida, ela acordou no quarto de Copperfield. "Lembro das minhas roupas serem tiradas. Ele estava beijando meu rosto e depois começou a descer. No dia seguinte, ele queria que eu soubesse que nada aconteceu. Ele disse: 'Eu não penetrei em você'. Não tinha nenhum fluido, mas ele poderia ter usado uma camisinha".

Quando Brittney voltou para a sua cidade, em Utah, a avó percebeu imediatamente que a garota estava estranha. Alguns meses depois, David Copperfield fez um show em Utah e pediu para a sua assistente convidá-la para o show. Brittney teria respondido que nunca mais queria ver Copperfield novamente.

Outro caso

Em 2007, a modelo Lacey Carroll acusou Copperfield de assédio sexual. O FBI investigou o caso por dois anos que foi encerrado sem explicação oficial.

Não satisfeita como resultado das investigações, Carroll processou o mágico novamente.

Anos depois, Carroll foi acusada de prostituição e de fazer falsas alegações de assédio sexual contra um outro homem no estado de Washington.

Mágico se defende

Nesta quarta-feira (24), David Copperfield negou as acusações em um comunicado publicado no Instagram.

"Todos nós queremos que as pessoas vítimas de assédio sexual sejam ouvidas e estejam confortáveis para falar sobre o que passaram. É importante. Mas imagine o que é acreditar no movimento e ser falsamente acusado? E ter a sua vida e a de sua família virada de cabeça para baixo? Três anos atrás, centenas de histórias foram contadas e investigadas pelo FBI, que descobriu que a acusadora fazia declarações falsas. A acusadora está presa. Eu vivi por anos com notícias falsas fabricadas sobre mim, com algumas pessoas pessoas sendo presas e eu inocente (...). Sempre ouçam e considerem tudo com cuidado mas, por favor, não se precipitem com julgamentos", escreveu.

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