Livros e HQs

Maior festival de HQs da Europa terá stand de quadrinhos infantis do Brasil

Divulgação
Capa da primeira edição da HQ infanto-juvenil "O Último Maranishi" Imagem: Divulgação

Do UOL, em São Paulo

01/09/2017 09h42

A partir desta sexta-feira (1º) até domingo em Bruxelas, na Bélgica, acontecerá mais uma edição da "Fête de la BD", dedicado exclusivamente aos quadrinhos, com exposições, sessões de autógrafos, painéis temáticos e desfile de balões infláveis.

O evento é o maior da Europa e acontece na cidade que é considerada a capital mundial das HQs. Tintim, um dos personagens mais famosos da HQs infanto-juvenis, foi criado pelo quadrinista Hergé em 1929, em Bruxelas, na Bélgia.

O Brasil estará representado em um stand exclusivo organizado pela Embaixada do Brasil em Bruxelas e contará com a presença dos quadrinistas Adão Iturrusgarai e Cyntia Bonacossa. No stand será organizado ainda uma exposição de quadrinhos infanto-juvenis, em parceria com a Oca ASBL, ONG dedicada à difusão da cultura lusófona na Bélgica.

Além de nomes renomados dos quadrinhos infantis como Maurício de Sousa e Rafael Coutinho, também estará representado na exposição a quadrinista independente brasileira Cris Camargo, autora da minissérie "O Último Maranishi". A HQ foi lançada em 2015 sem qualquer apoio editorial e o primeiro número foi impresso com recursos próprios da autora. O segundo número saiu a partir de ajuda de amigos e via financiamento coletivo. A minissérie, que ainda está em andamento, deverá ter dez capítulos. 

"Ser uma das representantes da produção brasileira de HQ no país que é referência em quadrinhos é uma honra e um daqueles momentos que fazem todo o trabalho e todos os dissabores terem valido a pena", disse Cris Camargo. A autora assina não apenas o roteiro, mas também os desenhos, a arte final e a diagramação de toda a HQ.

Segundo Mariana Fonseca, chefe do setor cultural da embaixada do Brasil em Bruxelas, esta será a primeira vez que o país participa da feira de quadrinhos. Para Regina da Silva Barbosa, presidente da ONG Oca ASBL, participar da feira é a oportunidade de mostrar o que o Brasil tem de melhor no mundo dos quadrinhos. "Temos, em média, 60 mil brasileiros e 50 mil portugueses residindo aqui, além de angolanos, moçambicanos, cabo-verdianos e timorenses. Além do contato com o idioma, a exposição também vai permitir que estes residentes conheçam o trabalho dos artistas brasileiros', disse Regina. 

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Regina Barbosa em atividade cultural com as crianças na ONG Oca ASBL em Bruxelas, na Bélgica Imagem: Divulgação

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