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Após cheia do rio Sena, museus de Paris reabrem ao público

Richard Nowitz/National Geographic Creative
Pirâmide do Louvre ao anoitecer; cheia do Sena obrigou a relocação de obras no museu Imagem: Richard Nowitz/National Geographic Creative

Das agências internacionais

08/06/2016 19h12

Os museus do Louvre e de Orsay reabriram ao público nesta quarta-feira (8), depois de cinco dias fechados e evacuados como medida de precaução contra as enchentes que atingiram Paris na semana passada e pela cheia do rio Sena.

Algumas áreas dos dois museus, no entanto, permanecerão fechadas até que existam condições para realocar as obras de arte que foram retiradas do acervo, como o departamento de Arte Islâmica do Louvre.

O governo da França anunciou hoje que 782 cidades do país estão em "estado de catástrofe natural" devido às inundações. As companhias de seguro também foram aconselhadas a fazerem o "máximo de esforço" para indenizarem rapidamente as pessoas afetadas pelas enchentes.

De acordo com os institutos de previsão meteorológica, ainda há riscos de temporais violentos nos próximos dias na França, principalmente na zona nordeste do país. O alerta atual é nível laranja, o penúltimo da escala, que termina em vermelho.   

Louvre

O Museu do Louvre, que afirmou não ter constatado infiltração no palácio em que é sediado, calcula que seu fechamento durante quatro dias tenha provocado uma perda de mais de 120 mil visitantes e de um total aproximado de 1,5 milhão de euros.

O museu fechou na sexta-feira (9) passada como medida preventiva perante a elevação de 6,10 metros do nível das águas do Sena, que cobriram as calças e os píeres próximos ao rio.

Entre quinta-feira à noite e sábado de manhã, quando alcançou o pico da cheia, 35 mil das 152 mil obras que estavam em zonas possivelmente inundáveis foram retiradas para evitar riscos. No sábado, quando o nível da água começou a descer, a transferência das obras foi paralisada.

O Louvre especificou que o Departamento de Artes do Islã continuará fechado até que todas as peças retiradas voltem, já que muitas delas são guardadas em vitrinas.

François Mori/AP
4.jun.2016 - O rio Sena, em Paris, começou a baixar de nível desde sábado Imagem: François Mori/AP

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