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J.K. Rowling revela a presença de bruxos judeus na escola de Hogwarts

Carlo Allegri/Reuters
A autora escocesa J.K. Rowling, criadora da série "Harry Potter" Imagem: Carlo Allegri/Reuters

Do UOL, em São Paulo

17/12/2014 19h38

Depois de anunciar o lançamento de doze novos contos de Harry Potter e admitir que se arrependeu ter matado o personagem Florean Fortescue, a escritora J.K. Rowling revelou nesta quarta (17) mais um segredo da saga do bruxo.

Respondendo a um internauta no Twitter, ela confirmou especulações e afirmou que o jovem Anthony Goldstein, um dos primeiros colegas de Harry criados na história, é judeu. “Anthony Goldstein, Corvinal, bruxo judeu”, afirmou Rowling, na semana em que o judaismo comemora a tradicional festa Chanucá.

Em outra postagem, a autora foi ainda mais longe, dizendo também que ele não é único judeu na escola de magia de Hogwarts. Quase todos tem sua religião.

“A todos que estão perguntando se o suas religiões/crenças/não-crenças estão representadas em Hogwarts: as únicas pessoas que nunca imaginei lá são wiccanos.

Mesmo sem grande destaque na série, Anthony Goldstein teve várias aparições nos livros, a primeira delas em "Harry Potter e a Ordem da Fênix". Posteriormente ele surge como um personagem da Corvinal, uma das Casas da Escola de Magia e Bruxaria Hogwarts, e monitor junto de Padma Patil.

Desde o dia 12 deste mês, J.K. Rowling vem publicando um texto por dia sobre os personagens de "Harry Potter". A saga natalina termina no dia 24. 

A escritora escocesa já havia publicado no final de outubro  um relato sobre Harry Potter com a professora da escola de magia, Dolores Umbridge, como protagonista.

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