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De órfãos a contribuintes, conheça "5 regras para uma sociedade que convive com zumbis"

Do UOL, em São Paulo

23/07/2013 06h00

Que zumbis não existem todo mundo sabe, mas é preciso ser praticamente um morto-vivo para não perceber que essas criaturas decrépitas, devoradoras de miolos, invadiram de vez a cultura pop e não pretendem abandonar o osso tão cedo. Do popular seriado de TV "Walking Dead" - baseado no quadrinho de mesmo nome, que é também um sucesso de vendas - ao blockbuster "Guerra Mundial Z", com Brad Pitt, praticamente todos os campos da ficção já foram infestados pela zumbimania.

Maior convenção do mundo dedicada a cinema, TV, HQs e games, a San Diego Comic-Con deu um passo à frente neste ano e, num esforço retórico de imaginação, convocou médicos, advogados e professores para responder à pergunta que todo fã do gênero já se fez: "Como seria se o apocalipse zumbi realmente acontecesse?" Entre discussões sobre eutanásia, transplantes de órgãos e ações governamentais para controlar a epidemia, os especialistas apresentaram um conjunto de "cinco regras para uma sociedade que convive com zumbis".

O UOL aproveitou a brincadeira e convocou o cartunista Pablo Carranza para interpretar as cinco leis. Veja abaixo o resultado - e se prepare para pressionar o seu deputado, caso as coisas fiquem feias...

1. Não matarás sem saber se o zumbi está realmente morto

  • Pablo Carranza

2. Uma criança órfã de pais zumbis deve ser cuidada pelo governo

  • Pablo Carranza

3. Não é permitido escravizar ou usar zumbis para sua própria segurança

  • Pablo Carranza

4. Não se pode abusar de um zumbi, sob pena de crime de necrofilia

  • Pablo Carranza

5. Zumbis em processo de cura pagam impostos como qualquer outro cidadão e podem usufruir de serviços públicos

  • Pablo Carranza

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