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Famosos prestigiam retorno de Gianecchini aos palcos em São Paulo

Amauri Nehn/AgNews
Marcos Mion foi conferir a volta de Reynaldo Gianecchini ao teatro em "Cruel" nesta terça (13) Imagem: Amauri Nehn/AgNews

Estefani Medeiros

Do UOL, em São Paulo

13/03/2012 21h11Atualizada em 13/03/2012 21h30

Marcos Mion foi conferir a volta de Reynaldo Gianecchini ao teatro em "Cruel" nesta terça-feira (13) e diz que está muito feliz com o retorno do ator: "Ele virou um exemplo para todos nós. Estou muito feliz e vou aplaudir por tudo", disse, antes do início da peça, apresentada hoje na noite de hoje no Teatro Faap, em São Paulo.

Rafael Almeida também comemorou o retorno e disse que irá torcer por Gianecchini, que ficou afastado do trabalho desde agosto de 2011 por conta do tratamento contra o câncer. "Foi uma batalha, mas ele vai entrar e brilhar, como sempre", ressaltou.

O ator volta aos palcos ao lado de Erik Marmo e Maria Manoela, que vivem respectivamente Tekla e Adolfo. Ela trai o marido Gustavo (Reynaldo Gianecchini) e se apaixona por Adolfo, com quem se casa. As dores, frustrações, inseguranças e falhas deste relacionamento são tema da peça, adaptada da obra do sueco August Strindberg.

Peça

Na época da estreia do espetáculo, em junho, Gianecchini  falou sobre o que mais gostou no papel: "O que me interessou no texto foi a relação entre os personagens, as camadas de cada um. Ele [Gustavo] é o mais cruel, mas ao mesmo tempo é fraco. Tem uma coisa de vingança nisso tudo. O jeito dele de tentar superar a traição é os destruindo".

Erik Marmo, que interpreta Adolfo, o marido apaixonado e ao mesmo tempo inseguro pela possibilidade de perder a mulher, diz que criou o personagem com base em vivências próximas. "Todo mundo tem uma dor profunda, uma loucura. Tive que buscar em mim esses sentimentos para criar o personagem", explica Erik Marmo.

A ideia é que o público tenha a impressão de que está espiando sua própria vida pelo buraco da fechadura.
Elias Andreato, diretor

Para valorizar o intimismo do espetáculo, cerca de 100 lugares foram fechados para deixar a sala do Teatro Faap menor. "A ideia é que o público tenha a impressão de que está espiando sua própria vida pelo buraco da fechadura", explicou o diretor Elias Andreato.

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