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Ao som das batidas de samba da Beija-Flor, Joãosinho Trinta é enterrado no Maranhão

Moacyr Lopes Júnior/Folhapress
Joãosinho Trinta cumprimenta o público no desfile da escola de samba Unidos de Vila Isabel, na Marquês de Sapucaí, no Carnaval de 2006 (26/2/06) Imagem: Moacyr Lopes Júnior/Folhapress

ALINE LOUISE

Colaboração para o UOL, de São Luís (MA)

19/12/2011 13h02

Ao som das batidas das escolas de samba "Beija-Flor", “Turma do Cinto”, Favela do Samba”, "Fuzileiros da Fuzarca” e “Reis da Liberdade”, o carnavalesco Joãosinho Trinta foi enterrado nesta segunda-feira (19), às 11h30 (horário de Brasília) e 12h30 (horário de verão), no cemitério do Gavião, em São Luís e reuniu cerca de 1.500 pessoas no último adeus.

Puxando o samba enredo, "São Luís - O poema encantado do Maranhão", do Carnaval 2012, que irá homenagear Joãosinho Trinta, Neguinho da Beija-Flor afirmou que o carnavalesco foi embora do jeito que gostava. "Era isso que ele queria, um enterro alegre." A  ex-passista da escola, Piná também ficou feliz pela quantidade de pessoas no local.

O Secretário de Cultura e Presidente do Instituto Joãosinho Trinta em Brasília, Ricardo Marques contou que está planejando lançar um livro, que teve a colaboração do carnavalesco, no segundo semestre do próximo ano. “Estou planejando diversas ações, entre elas lançar o livro "Eu Sei, Joãosinho Trinta", que fala sobre a intimidade do carnaval brasileiro. O Joãosinho pediu que fosse divulgado somente quando ele morresse".  Marquez também falou sobre a intenção de produzir um filme para 2014. "A ideia é contar a história de um brasileiro que vai atrás de um sonho, como fez Joãosinho", afirmou o Secretário de Cultura de Brasília.

O velório de Joãosinho reuniu cerca de 150 pessoas hoje, no Museu Artístico e Histórico do Maranhão, em São Luís (MA). Com a presença da governadora Roseana Sarney, de deputados, vereadores, representantes da cultura popular de São Luís e amigos, a cerimônia  contou com uma homenagem ao carnavalesco.

Convidados cantaram trechos do samba enredo da escola Beija-Flor do Carnaval de 2012, que falará sobre o Maranhão e teria uma homenagem ao carnavalesco no último carro do desfile, com a presença do próprio Joãosinho. Em carreata pelas principais ruas do centro, o público formado por políticos, amigos, curiosos e grupos carnavalescos seguiram para o cemitério do Gavião, em São Luís.

Joãosinho morreu no sábado (17), aos 78 anos, de choque séptico devido a pneumonia e infecção urinária. Ele estava internado desde o último dia 3 na UTI do UDI Hospital, na capital maranhense. O corpo seria transferido no fim da noite de domingo (18) para o Teatro Arthur Azevedo, também em São Luís. Segundo o UOL apurou, o carnavalesco desejava ser velado no local. Porém, houve mudança de planos e o corpo permaneceu no Museu, onde foi realizada uma missa às 9h30 (horário de Brasília).

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