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Vilões das novelas das 8, Herson Capri e Beatriz Segall se reencontram em personagens "bonzinhos" de "Conversando com Mamãe"

Paula Kossatz/Divulgação
Cena de "Conversando com Mamãe", com Beatriz Segall e Herson Capri Imagem: Paula Kossatz/Divulgação

ANA OKADA

Da Redação

30/08/2011 15h18

Estreia em São Paulo nesta sexta-feira (2) "Conversando com Mamãe", peça baseada em texto do argentino Santiago Carlos Oves, adaptado para o teatro pelo espanhol Jordí Galcerán. Recém-saído da pele do vilão Cortez de "Insensato Coração", Herson Capri vive Jaime, filho de 50 anos de uma mãe com 82 anos vivida por Beatriz Segall - que eternizou a vilã Odete Roitman, da novela "Vale Tudo". Apesar desse histórico de vilões, os dois farão personagens "bonzinhos": "Pensamos nisso só há pouco tempo: são dois vilões que, agora, fazem dois santinhos", diz a atriz.

Segundo Capri, os personagens da peça não lembram em nada os dois famosos malvados: "São histórias e personagens completamente diferentes. O Jaime é um trabalhador que ganhava um ótimo salário e agora está desempregado e numa situação de desespero. Nada a ver com o Cortez". "Quem assiste 'Conversando com Mamãe' fica surpreso com o fato de eu e a Beatriz fazermos personagens tão diferentes do Cortez e da Odete Roitman", comenta o ator.

Na história, Jaime é casado e tem dois filhos e um bom emprego. Com a crise econômica no país, acaba ficando desempregado e vê como única saída a venda do apartamento onde sua mãe mora. Essa possibilidade desencadeia diversas questões na vida do personagem.

Beatriz, que já passou uma temporada entre o Rio de Janeiro, onde a peça estreou, e São Paulo, onde mora, comemorou o fato de o espetáculo ter ido para sua cidade. "Agora é a vez do Herson morar na ponte aérea", brincou. Aos 85 anos, a atriz conta que sua rotina antes de entrar num palco não mudou em nada. "Faço ensaios e e estudo a personagem, como sempre fiz, não tem uma preparação. É a mesma coisa", diz.

Trabalhando juntos pela primeira vez desde o ano passado, quando a peça estreou, no Rio de Janeiro, Capri e a atriz não se cansam de elogiar um ao outro. Segundo Beatriz, Capri é "um excelente ator, muito delicado, muito generoso em cena". O ator, por sua vez, diz que está pegando carona num "pedaço da história do nosso teatro": "É a primeira vez que trabalho com Beatriz, é muito prazeroso trabalhar com ela. É muito eficiente, carismática e carrega um pedaço da história do nosso teatro. Eu estou pegando uma carona nessa história", conta.

A peça, que é dirigida por Susana Garcia, mulher de Capri, entra em cartaz no Teatro Folha às sextas (21h30); aos sábados (20h e 22h); e aos domingos (19h30). Os ingressos vão de R$ 50 a R$ 70. A temporada em SP vai até 18 de dezembro.

 



Onde: Teatro Folha (Avenida Higienópolis, 618, Terraço. Telefone: 0/xx/3823-2323)
Quando: sextas às 21h30; sábado às 20h e 22h; domingo às 19h30
Preço: sexta R$ 50 e R$ 60; sábado; domingo R$ 60 e R$ 70
Censura: 12 anos

 

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