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Buemba! "Esculhambador" José Simão faz noite de autógrafos hoje em SP

Rodrigo Flores

Da Redação

04/08/2011 07h00

O humor anda meio chato. Sem graça até. Tem o politicamente correto, tem a cartilha dos bons costumes, tem as grosserias e o patrulhamento. Como rir com tudo isso?

O escritor, jornalista e esculhambador José Simão recoloca a questão no prumo, em seu devido lugar. Ou o humor é engraçado, ou não é humor. Simples assim.

O colunista do UOL, da Folha e da BandNews FM lança nesta quinta-feira (4) o seu mais novo livro, "A Esculhambação Geral da República" (Editora Agir, 126 páginas, preço sugerido de R$ 29,90). A sessão de autógrafos acontece na  Livraria Cultura (Av. Paulista, 2073), a partir das 18h30.

O livro está dividido em 47 seções, tão multifacetadas quanto o autor. Os tópicos variam de Twitter a Jose Mayer, passando por Carnaval, Madonna e Geysi da Uniban. E tem Galvão Bueno, Maradona e Mineiros do Chile. Ronaldo e Neymar? Tem também. É pequeno, leve e fácil de levar por aí. Serve como reserva estratégica de humor. Deu bode? Abre numa página qualquer. Ficou estressado? Relaxa e lê um parágrafo. Pílulas de graça, quase de graça.

A leitura é ligeira, como deve ser. Nas palavras do Simão, "humor é instantâneo. É pá-pum. Não precisa pensar, nem raciocinar. É pá-pum. Leu, entendeu, riu, e riu porque entendeu, num milésimo de segundo." É exatamente isso.

A manchete do dia é a matéria prima do autor – culpa do espírito de jornalista que ele nunca perdeu. A diferença está na prioridade. Se o bom jornalismo se pauta pelo interesse público, Simão está de olho no interesse do público. O assunto repercutiu? Virou piada na mão do “Macaco”. Bombou? Então virou buemba! E assim ele segue há décadas. Como ele mesmo diz, “Pauta é o que não 'fauta'".

Por fazer graça com o que foi notícia, a leitura de "A Esculhambação Geral da República" torna-se uma retrospectiva dos fatos mais importantes e interessantes dos últimos anos. E se o brasileiro é um povo sem memória, taí a oportunidade de lembrar (e rir) de novo.

Na introdução do livro, Simão define o humor como oxigênio. Então inspire, expire e boa leitura.

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