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Grafiteiros indicam filmes para saber mais sobre a história da arte urbana

Fotomontagem UOL
Cenas e detalhes de cartazes de filmes sobre grafite Imagem: Fotomontagem UOL

ADRIANA TERRA
Da Redação

26/03/2011 07h00

"Style Wars", "Beat Street" e "Wild Style", todos da década de 1980, são alguns filmes clássicos que fazem uma documentação audiovisual do grafite -- hoje atualizada com produções mais recentes, como o brasileiro  "Pixo" ou o concorrente ao Oscar "Exit Through the Gift Shop", do artista britânico Banksy. 
 
Na véspera do Dia do Grafite, para compor uma filmoteca básica da arte urbana, o UOL pediu a alguns grafiteiros brasileiros que indicassem produções sobre o assunto que consideram marcantes. Veja abaixo o resultado. 

Trailer de "Beat Street"

::"Art Inconsequence", por Ise

"Este vídeo é muito legal porque vai além do graffiti tradicional. Mostra o quanto o grafiteiro se entrega ao que gosta e, não se sentindo satisfeito apenas em pintar o tradicional, vai experimentado outras formas de pintar sua obras, encontrando cada vez mais estilo e fazendo de um suporte móvel uma verdadeira tela ao ar livre. Este artista do filme é uma lenda viva do graffiti."

Ise é grafiteiro e vive em São Paulo 


::"Dirty Hands", por Ciro Schu

"Um vídeo de graffiti que é eu gosto muito é o "Dirty Hands" [veja trailer do filme]" 

Ciro Schu é artista visual e grafiteiro, vive em São Paulo 


Trailer de "Style Wars"

::"Style Wars", por Finok

"Acho um filme importante porque mostra o inicio de um movimento que se expandiu pro mundo todo. Foca o começo, os obstáculos, o início do reconhecimento como arte. Divide bem a parte do graffiti vandalismo, galerias de arte, a visão da sociedade, dos governadores a respeito do graffiti. Para mim mostra que o graffiti sempre foi a mesma coisa, evoluindo, mas a essência vai sempre ser a mesma."

Finok é grafiteiro e mora em São Paulo


Trailer de "Warriors"

 

::"Warriors - Os Selvagens da Noite", por Miss

"O que eu mais gosto desse filme é que ele se passa na decada de 80, onde tudo era mais difícil. E olha o que eles faziam, todos os trens eram pintados por gangues e cada gangue tinha seu jeito de se vestir, um modo de se identificar. É como nos tempos de hoje, cada um na sua tribo. Ninguém se veste igual mas a vontade de pintar é a mesma. Toda vez que vejo esse filme quero sair correndo pra pintar!"

Miss é grafiteira e vive em São Paulo

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