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Para Dilma Rousseff, Scliar foi "ícone da literatura brasileira"; leia repercussão da morte do autor

Roberto Scliar/Divulgação
O escritor brasileiro Moacyr Scliar Imagem: Roberto Scliar/Divulgação

Da Redação

27/02/2011 16h42

O escritor e médico Moacyr Scliar morreu na madrugada deste domingo em Porto Alegre, no Centro de Tratamento Intensivo (CTI) do Hospital de Clínicas, onde estava internado desde 17 de janeiro, após sofrer um acidente vascular cerebral isquêmico (AVC). Segundo boletim médico, Scliar, que estava com 73 anos, morreu de falência múltipla de órgãos. Leia abaixo repercussão da morte do escritor, que também era colunista do jornal "Folha de S.Paulo".
 
"Recebi com muito pesar a notícia da morte de Moacyr Scliar, um dos mais respeitados escritores do nosso País. Integrante da Academia Brasileira de Letras desde 2003 e ganhador do prêmio Jabuti por três vezes, Scliar foi um ícone da literatura gaúcha, brasileira e latino-americana. Com mais de 70 obras publicadas e colunista em dezenas de jornais, ele representou nossa sociedade em diversos gêneros literários, sem perder de vista sua condição de filho de imigrantes e sua formação médica. É com tristeza que nos despedimos desse mestre da nossa literatura" - Dilma Rousseff, presidente do Brasil
 
"Foi uma perda inestimável para a cultura brasileira a morte do grande escritor Moacyr Scliar. Além de suas qualidades inegáveis como intelectual, que fizeram dele um autor reconhecido pelo público e crítica, Scliar sempre contribuiu com ações de incentivo à leitura, tendo colaborado, desde o início, com o Plano Nacional de Livro e Leitura, onde atuava como membro do Conselho Diretivo" - Ana de Hollanda, ministra da Cultura
 
"Foi um acadêmico múltiplo, atuava na ABL, com a ABL, pela ABL.  Trabalhador incansável da cultura, Moacyr produziu uma obra respeitável e de grande poder de comunicação com o leitor. Ser humano agradabilíssimo, ele vai nos fazer muita falta e deixa enorme saudade" - Marcos Vinicios Vilaça, presidente da ABL

“Eu não conhecia no mundo alguém mais gentil, mais dedicado. As costas sempre eretas de nadador, o passo rápido, o mundo se apequenava com sua ligeireza: mandava cartas, telefonava para agradecer uma referência, antecipava notícias, não esquecia coisa alguma” - Fabrício Carpinejar, poeta, em texto em seu blog

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