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Nolan, Clooney e De Niro assinam carta contra entrega do Oscar em comerciais

14/02/2019 17h00

Los Angeles (EUA), 14 fev (EFE).- Christopher Nolan, George Clooney, Robert De Niro e outros grandes nomes do cinema aderiram nesta quinta-feira à carta enviada ontem à Academia de Hollywood para protestar contra a decisão de entregar os prêmios de algumas categorias do Oscar durante os intervalos comerciais da cerimônia.

"The Hollywood Reporter" detalhou que o protesto também ganhou a adesão de Michael Mann, Brad Pitt, Elizabeth Banks, Peter Dinklage, Kerry Washington, Alfonso Cuarón, Guillermo del Toro e Alejandro González Iñárritu.

Esses nomes se unem a dezenas de outros que manifestaram publicamente essa crítica na quarta-feira, entre eles Martin Scorsese, Quentin Tarantino, Damien Chazelle, Spike Lee, Cary Joji Fukunaga, Ang Lee, Roger Deakins, Emmanuel Lubezki e Reed Morano.

"Relegar essas artes essenciais do cinema a um status menor na 91ª edição do Oscar não é nada menos que um insulto a nós, que dedicamos as nossas vidas e paixões à nossa profissão", diz a carta, que pede aos organizadores do Oscar para que reconsiderem a decisão.

Como resposta, a Academia divulgou na quarta-feira uma nota garantindo que "nenhum prêmio" será apresentado de maneira que represente um menosprezo a respeito das demais categorias.

A instituição que organiza o Oscar afirmou na segunda-feira que os vencedores das categorias de melhor fotografia, montagem, curta-metragem, maquiagem e penteado serão anunciados durante os anúncios para que a transmissão da cerimônia não dure mais que três horas.

Os discursos dos ganhadores serão editados e exibidos durante a cerimônia, cujos direitos televisivos nos Estados Unidos pertencem à emissora "ABC". A Academia esclareceu que essas quatro categorias ainda poderão ser acompanhadas ao vivo por streaming.

A 91ª edição do Óscar será realizada no dia 24 de fevereiro no Teatro Dolby de Los Angeles e sem um apresentador, após a desistência do comediante Kevin Hart, que seria o mestre de cerimônias. EFE

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