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Conselho de Redação da Efe exige liberação de jornalistas presos na Venezuela

31/01/2019 09h22

Madri, 31 jan (EFE).- O Conselho de Redação da Agência Efe exige a libertação imediata dos companheiros Leonardo Muñoz, Gonzalo Domínguez e Maurén Vargas e do motorista José Salas, detidos pelas autoridades venezuelanas.

A liberdade de informação é um direito fundamental, como defende a Organização das Nações Unidas, e o exercício do livre jornalismo é indispensável e irrenunciável para o sustento e o desenvolvimento da democracia.

O Conselho de Redação da Efe solicita ao Governo espanhol que faça todas as diligências necessárias com a máxima urgência para que os companheiros detidos sejam libertados e possam voltar a desenvolver sua atividade profissional.

O fotógrafo colombiano da Agência Efe Leonardo Muñoz, desaparecido desde a manhã de quarta-feira em Caracas, está detido por autoridades da Venezuela, que também detiveram seus dois companheiros, um espanhol e uma colombiana, que fazem parte de uma equipe que viajou desde Bogotá para cobrir a crise desse país.

Segundo jornalistas da Efe em Caracas, membros do Serviço Bolivariano de Inteligência Nacional (Sebin) se apresentaram nesta noite no escritório da Agência onde detiveram o espanhol Gonzalo Domínguez Loeda e a colombiana Maurén Barriga Vargas e disseram que Muñoz foi detido junto ao motorista venezuelano José Salas pelo Direção de ContraInteligência Militar (DGCIM).

A coação, as ameaças e a privação de liberdade são atentados inadmissíveis contra a liberdade de informação que os poderes autoritários utilizaram historicamente para impedir que os cidadãos conheçam a realidade.

Não há democracia sem liberdade de informação e sem jornalismo não há democracia. EFE

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