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Cazaquistão se despede da segunda edição do festival Nomad Way

24/06/2018 14h33

Astana, 24 jun (EFE).- O festival internacional "Nomad Way" encerra neste domingo sua segunda edição, que foi realizado às margens do rio Ishim, onde os amantes da cultura e da música nômade puderam aproveitar diversas apresentações durante três dias.

"Os cantores e grupos musicais que participam do festival representam a cultura nômade", disse à Agencia Efe o produtor geral do festival, Jean Kasteev.

"Temos uma linguagem comum, uma mentalidade comum e uma história comum, por isso podemos dizer que este evento é uma espécie de congresso cultural de povos nômades. Voltamos novamente às nossas origens, à nossa cultura", acrescentou Kasteev.

O festival é voltado para o 20º aniversário de Astana como capital do Cazaquistão e procura preservar e popularizar o patrimônio e a cultura dos nômades.

"A nossa capital comemora o seu 20º aniversário neste ano e, além disso, Astana se encontra no coração da Eurásia", explicou Kasteev.

O evento musical contou com a apresentação de 19 grupos de música étnica proveniente de Cazaquistão, Rússia, Quirguistão, Uzbequistão, Tadjiquistão, Hungria, Turquia, Estados Unidos e Estônia.

Entre outras atrações estavam o grupo Avesto, do Tajiquistão; a banda de etno-rock Argymak, do Bascortostão; o grupo Shono, da Buriácia; o projeto Yedil e Satzhan, do Cazaquistão; Belukha Jam, da região russa de Alta; o músico russo Islam Satyrov e o instrumentista Abbos, do Uzbequistão.

A peculiaridade do evento é que todos os participantes interpretaram canções não só em sua língua materna, mas também em cazaque.

"Todos os músicos apoiaram a iniciativa de tocar uma canção cazaque, que é um som do folclore cazaque completamente diferente e que interpreta a riqueza da cultura nômade", disse à Efe o diretor-geral do grupo Alash, Batyr Kazbayev.

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