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Cidade Proibida de Pequim abre ao público estúdios de restauração

10/06/2018 01h52

Pequim, 10 jun (EFE).- A Cidade Proibida de Pequim abriu ao público as portas do "hospital de conservação" que abriga no seu interior, no qual 24 restauradores trabalhavam para conservar e reparar a coleção do museu, composta por pinturas, caligrafias, relógios e figuras de bronze, entre outras relíquias.

Segundo informou ontem à noite a agência oficial Xinhua, este "hospital", que começou a funcionar no ano de 2016 e fica na ala oeste da Cidade Proibida, recebeu no sábado seus primeiros 40 visitantes.

"Esperamos que mais gente possa aprender a importância da conservação cultural com a abertura deste hospital ao público", destacou Shan Jixiang, curador do antigo palácio imperial chinês.

Estes estúdios de restauração ocupam uma extensão de 13.000 metros quadrados e são considerados os mais avançados do país.

"Abrir os estúdios de conservação ao público é uma boa maneira que aumenta a consciência das pessoas sobre a proteção do patrimônio cultural", apontou um turista de Xangai, Li Husheng, que visitou as instalações no sábado, em declarações coletadas pela "Xinhua".

Outro dos primeiros a ter acesso ao estúdio de restauração destacou "o equipamento avançado" que a equipe utiliza no seu trabalho. "Aprendi que a restauração é uma ciência", disse o homem.

A Cidade Proibida, situada ao norte da famosa praça de Tiananmen, é um dos pontos turísticos mais frequentados na China, com mais de 14 milhões de visitantes cada ano.

Para manter o ponto turístico em boas condições, as autoridades decidiram em 2017 limitar a 80 mil o número de visitantes por dia.

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