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Filme "Anaga aparar jol" apresenta cinema do Cazaquistão à Espanha

20/11/2017 14h51

Claudia Carrascal.

Segóvia, 20 nov (EFE).- A estreia na Espanha do filme "Anaga aparar jol" ("Caminho para a mãe", em tradução livre), dirigido por Akan Sataev, apresentou uma parte a história e atualidades do Cazaquistão, e mostrou como a indústria do cinematográfica vem crescendo no país, o último território a se tornar independente da antiga União Soviética.

O filme, segundo sua produtora, Svitlana Korotenko, convida o espectador a uma reflexão e demonstra que, assim que acaba a guerra e os problemas sérios, "a crise está na mente" e "é preciso avaliar o dia a dia".

Svitlana e a atriz principal, Altynai Nogerbek, apresentaram em Segóvia este longa-metragem cazaque na 12ª Mostra de Cinema Europeu (Muces), que exibirá 112 filmes em várias salas da cidade até 21 de novembro.

O "poder e a força" desta produção radicam no amor maternal, que é exatamente o que ajudou o protagonista do filme, Ilyas, a sobreviver e a superar vários obstáculos em sua volta para casa, explicou Svitlana em entrevista com à Agência Efe.

A trama se desenvolve durante um período muito importante para a história do povo cazaque, mas também "muito complicado", já que relata a guerra, o pós-guerra e a crise de fome no país no século XX.

Precisamente, sua ascensão internacional com uma indicação ao Oscar na categoria de e Melhor Filme em Língua Estrangeira e o prêmio obtido no New York Eurasian Film Festival 2017 serviram para informar ao resto do mundo a dura realidade do país, o último território da antiga União Soviética a declarar a sua independência, em 1991.

O longa conta com um grande trabalho de produção e a atuação de até 1.500 atores de forma simultânea.

A produtora destacou o caráter internacional da obra, filmada em países como Azerbaijão e Bielorrússia, com uma equipe formada por membros de diferentes nacionalidades que uniu esforços para fazer uma "grande produção" cazaque.

Por sua vez, a atriz Altynai Nogerbek afirmou que a estreita relação entre a mãe e o filho é a "chave" para emocionar, gerar empatia e cativar o espectador.

Além disso, o filme aborda aspectos mais desconhecidos da realidade, como a participação das mulheres "valentes" na guerra.

Segundo Altynai, o papel da mulher, seu empoderamento e força são alguns dos laços compartilhados por Cazaquistão e Espanha, já que durante sua passagem por Segóvia pôde comprovar pelos movimentos e o olhar que as mulheres também são "apaixonadas, com coragem e bravura", algo que fará com que este filme "chegue também aos corações dos espanhóis".

Por último, Svitlana se referiu ao momento de auge da indústria cinematográfica no Cazaquistão, que "está dando passos muito rápidos e criando estrelas e diretores de alto nível" que "merecem ser reconhecidos mundialmente".
 

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