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"Playboy" homenageará Hugh Hefner com edição especial com fotos inéditas

AP Photo/Playboy, Elayne Lodge
Hugh Hefner com a primeira edição da revista Playboy nos anos 90 Imagem: AP Photo/Playboy, Elayne Lodge

De Miami (EUA)

16/11/2017 18h34

A revista "Playboy" anunciou nesta quinta-feira que fará uma homenagem à vida e ao estilo do fundador do império, Hugh Hefner, com a publicação de uma edição especial limitada que ilustrará a singular visão que inspirou sua longa vida.

O tributo oficial da "Playboy", uma edição com 120 páginas, usará os arquivos da revista para divulgar imagens raras e inéditas, que documentam os primeiros anos como desenhista do editor-chefe da lendária publicação.

A edição especial sobre Hefner, falecido no final de setembro na sua mansão em Los Angeles aos 91 anos, contará com testemunhos especiais de celebridades como sua filha, a executiva Christie Hefner, o reverendo Jesse L. Jackson Sr., o empresário Dick Rosenzweig e o jornalista e escritor Larry King.

Também contribuirão com suas visões sobre o falecido empresário o designer gráfico Art Paul, o compositor musical Berry Gordy, o comediante Richard Lewis, a modelo Cindy Crawford e as atrizes Kim Basinger e Jenny McCarthy, entre outros.

A capa da edição especial da revista foi desenhada pelo famoso artista Derek Gores, "que proporcionou uma visão única do seu estilo pessoal criando retratos com a técnica da colagem", segundo a publicação.

Para realizar a tarefa, Gores reuniu capas emblemáticas da "Playboy", suas páginas mais caraterísticas e as várias versões do logotipo da "cabeça de coelho" para criar uma obra de arte abstrata.

Na página oposta da capa há uma imagem de Hugh Hefner criada pelo artista visual John Clang, e na contracapa aparece a interpretação do logotipo da revista por Andy Warhol que apareceu na capa da "Playboy" em janeiro de 1986.

Hugh Hefner fundou em 1953, com US$ 8.000 que tinha pedido em empréstimo, a revista "Playboy" com uma fotografia de Marilyn Monroe nua como estrela do seu primeiro número.

A publicação desafiaria a repressão sexual dos anos 50 e se transformaria em uma referência da luta pela liberdade sexual nos Estados Unidos, mas também foi muito criticada por perpetuar os estereótipos machistas sobre as mulheres.

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