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Israelenses recebem novo ano com menos esperanças de paz

02/10/2016 12h50

Jerusalém, 2 out (EFE).- Os judeus de todo o mundo celebram a partir da noite deste domingo o começo de um novo ano, o Rosh Hashaná, uma de suas festividades mais solenes e na qual neste ano os israelenses se mostram menos otimistas com relação à possibilidade de uma paz com os palestinos.

Assim afirma uma pesquisa divulgada hoje pelo "Walla", que reflete que só 4% da população acredita numa possível paz com os palestinos no prazo de 5 anos.

A pesquisa mostrou que 64% acham que essa paz nunca chegará e 24% esperam que ocorra eventualmente, mas não no prazo de cinco anos. No total, 8% não souberam responder.

A pesquisa, realizada sobre uma amostra proporcional de 646 pessoas maiores de 16 anos, israelenses e árabes-israelenses, reflete no entanto que 56% dos consultados estão satisfeitos com a vida no país, enquanto 40% dizem estar "medianamente" satisfeito.

Apenas 1% respondeu que a vida em Israel é "muito ruim" e o resto não respondeu.

A pesquisa foi realizada perto do Rosh Hashaná, o ano novo judaico, que começará nesta noite nos lares tradicionais judeus de todo o mundo e durará dois dias.

O calendário hebreu conta seus anos a partir da criação do mundo, que considera que aconteceu há 5777 anos.

Nesta festa, de grande conteúdos espiritual porque com ela se inicia o período de expiação que conclui no Dia do Perdão (Yom Kippur), os judeus se reúnem em família ao redor da mesa para pedir felicidade e saúde para o ano entrante.

Nas sinagogas, as duas jornadas desta festa são particularmente emocionantes, sobretudo quando é ouvido durante a oração do meio-dia o som do "shofar".

Para os israelenses mais laicos, o Rosh Hashaná no início de semana é uma estupenda oportunidade para sair de férias, e milhares deles deixaram o país na quinta-feira e sexta-feira.

A chegada do novo ano dá início ao período de festas do mês hebraico de Tishrei, que seguirão dentro de dez dias com o Yom Kippur e, dias depois, com a de Sucot, desacelerando as atividades no país em nível privado e oficial.

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