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Novas gerações reconhecem influência de Selena 20 anos após sua morte

27/03/2015 16h33

Los Angeles (EUA.), 27 mar (EFE).- O legado da cantora Selena está presente em muitas das jovens intérpretes que surgiram no mundo da música regional mexicana nos Estados Unidos, que destacam a influência da texana 20 anos após sua trágica morte.

Ganhadora de um Grammy, Selena deixou sua marca na música popular com canções como La carcacha", "La llamada", "Como la flor", e "Amor prohibido", e ainda desperta reverência em várias das atuais figuras da música com selo mexicano.

"Era uma mulher empreendedora e talentosa. Até hoje não me canso de ver seu filme. Cada vez que a vejo choro e me sinto tão inspirada por muitas razões, mas mais do que tudo porque me vejo nela", desabafou a cantora Chiquis Rivera.

Filha de outro mito da música popular de raízes mexicanas, Jenni Rivera, que morreu em um trágico acidente aéreo em 2012, Chiquis reconheceu que se tornou fã de Selena após sua morte. "Não só de sua música, também da mulher".

"Minha canção favorita é 'Como la flor'. Não me cansou de escutá-la", acrescentou.

Para Marisol e Vicky Terrazas, integrantes do grupo Los Horóscopos de Durango, o talento de Selena perdura até hoje, mesmo tendo a música regional mexicana vivido várias transformações nestas duas décadas.

"É impressionante ver que agora, com esta nova geração de música, com ritmos mais acelerados e canções mais atrevidas, os jovens conheçam Selena e sua música", afirmou Marisol.

A cantora Helen Ochoa, uma jovem promessa do gênero, contou que a texana é uma de seus "grandes influências" desde que era pequena e para ela sua música ainda soa "fresca".

"A música é magia, é coração, são lembranças da alma e transcendem tanto que 20 anos depois, ela continua sendo ouvida e segue viva", disse à Efe a intérprete do single "Se te desperté", incluído em sua produção homônima, e que espera poder transmitir o legado de Selena às futuras gerações.

Já Luz María, finalista do concurso "A Voz do México" e indicada em 2014 a um Latin Grammy, lamentou que a partida precoce de Selena, que morreu aos 23 anos, quando atravessava seu melhor momento profissional.

"Desde menina admirava Selena, sempre cantei suas canções. Vi seus vídeos e gostava muito do que ela fazia. Uma das minhas canções favoritas é 'No me queda más'", assinalou a cantora.

Selena Quintanilla Pérez foi assassinada em 31 de março de 1995, por Yolanda Saldívar, então presidente de seu fã-clube em um hotel da cidade texana de Corpus Christi.

A tragédia motivou a publicação do livro "O segredo de Selena", da jornalista porto-riquenha María Celeste Arrarás, que este mês lançou uma reedição de seu trabalho com novos detalhes, entrevistas e testemunhos que "jogam luz" sobre o caso, afirmou em recente entrevista à Agência Efe.

A reedição sai com introdução e prólogo novos e "repassa o que aconteceu naquele dia com os protagonistas da história, porque hoje se sentem mais abertos e a esta altura a ferida cicatrizou", explicou Arrarás.

De acordo com a jornalista, Selena tinha muitas pessoas queridas, mas "cada uma queria controlá-la de uma forma, e ela era muito jovem, estava tentando lidar com todo isso", ressaltou.

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