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Paisagem veneziana de Monet pode leiloada por US$ 45 milhões

Bobby Yip/Reuters
9.jan.2015 - Câmera filma a pintura "Le Grand Canal", de Claude Monet, em exibição na Sotheby's de Hong Kong Imagem: Bobby Yip/Reuters

De Londres

13/01/2015 15h22

Um singular paisagem de Veneza pintada pelo francês Claude Monet em 1908 será leiloada em 3 de fevereiro na sala londrina Sotheby's por um preço estimado de entre 20 milhões e 30 milhões de libras (US$ 30,2 milhões e US$ 45,3 milhões).

"Le Grand Canal", uma vista da basílica veneziana de Santa Maria da Saúde na qual o mestre francês exibe seu talento para captar a luminosidade da paisagem, poderá ser arrematado em uma sessão dedicada à arte moderna e impressionista.

Uma das célebres odaliscas do também francês Henri Matisse, "Odalisque au Fauteuil Noir" (1914), também poderá ser adquirida por um preço estimado de entre 9 e 12 milhões de libras (US$ 13,59 milhões e US$ 18,12 milhões).

"O mercado para as obras de Claude Monet alcançou o ápice. Atualmente, os colecionadores que puxam por suas obras vêm de quatro vezes mais países do que há uma década", afirmou a co-diretora da seção de Arte Moderna e Impressionista da casa de leilões, Helena Newman.

O quadro esteve exposto em diversos museus, entre eles a National Gallery de Londres, onde esteve em exibição entre 2006 e 2014.

As expectativas sobre a venda de "Le Grand Canal" subiram depois de outra tela de Monet, "Le Palais Contraini", ser arrematada em 2013 por 19,7 milhões de libras (US$ 29,7 milhões).

O recorde de Monet em um leilão o mantém um quadro da célebre série "Os Nenúfares", que foi vendido em 2008 em Christie's por 41 milhões de libras (61,9 milhões de dólares).

"Antecipamos um interesse entusiasta para o leilão de fevereiro", disse Newman, que ressaltou a "rareza e qualidade excepcional" de "le- Grand Canal".

O pintor francês pintou a obra durante uma visita de três meses à cidade italiana, um período fértil que representa uma das grandes fases de sua carreira.

A porta-voz de Sotheby's destacou o interesse que a odalisca de Matisse despertou, um "excelente retrato" da princesa Nézy-Hamidé Chawkat, bisneta do último sultão da Turquia.

"Este quadro de magníficas cores é um dos mais brilhantes da celebrada série do artista que saiu nunca havia saído ao mercado", assinalou Newman.

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