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Feira Frieze de Nova York chega a 4ª edição com toque latino

09/05/2014 16h01

Nova York, 8 mai (EFE).- Um campo de futebol com balizas envidraçadas do argentino Eduardo Basualdo, a presença da galeria espanhola Elba Benítez - vencedora do prêmio de melhor estande da última edição - e a "contratação" da mexicana Kurimanzutto marcam o acento latino da nova-iorquina Frieze, uma das feiras de arte contemporânea mais importantes do mundo.

Junto a relevantes nomes do mundo da arte, como o do americano Paul McCarthy e o da parisiense Louise Bourgeois, e galerias de grande destaque internacional, caso da nova-iorquina Gagosian, a arte contemporânea espanhola e latino-americana ganham destaque nessa quarta edição da feira, que ocorre entre esta sexta e a próxima segunda-feira.

Entre os projetos escultóricos vistos no Randall's Island Park, onde a feira é realizada, o do argentino Eduardo Basualdo é um dos que mais chamam atenção, já que traz um campo de futebol com gols impossíveis, ou seja, envidraçados.

"Acho que as duas feiras de marca internacional com mais reconhecimento são Art Bassel e Frieze. Significa que tens que cumprir uma série de requisitos para poder participar. São muito exigentes na hora de selecionar, mas, profissionalmente, te dão muito" diz, por experiência, Elsa Benítez, que volta a apostar em um só artista: o peruano Armando Andrade Tudela, dono de uma arte conceitual em gesso.

Uma das estreias mais destacadas pela organização é a mexicana Kurimanzutto, e não é para menos: seu estande traz um "transformer" feito em mármore carrara por Damián Ortega e uma grande tapeçaria ao estilo flamenco feita com os recibos de várias despesas de seu autor, o mexicano Gabriel Kuri.

As obras do colombiano Gabriel Sierra e um "autorretrato cego" de Abraham Cruz Villegas também são destaques da galeria Kurimanzutto, explicou Anapaula Zamacona, que viajou para Nova York para defender sua galeria.

A arte colombiana, segundo a galeria Casas Riegner, vive um momento excepcional e, para provar essa afirmação, Miguel Ángel Rojas, Leyla Cárdenas e Johanna Calle ocupam um estande com "uma linguagem muito contemporânea" para falar de diversos temas atuais, como o tráfico, o urbanismo e a violência nas cidades.

E também há artistas latinos que são representados por galerias americanas, como a venezuelana Magdalena Suárez Frimkess, dona de um incrível trabalho em cerâmica.

Para completar, seis galerias nacionais também marcarão presença no Randall's Island Park, como A Gentil Carioca, Casa Triângulo, Fortes Vilaça, Jaqueline Martins, Mendes Wood DM e Vermelho.

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