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Virada Cultural terá segurança reforçada e palcos mais próximos

07/05/2014 16h24

São Paulo, 07 mai (EFE) - A Virada Cultural, que acontece nos dias 17 e 18 de maio, terá um reforço de guardas municipais e policiais militares nesta 10ª edição, anunciou nesta quarta-feira em coletiva de imprensa o secretário de Cultura de São Paulo, Juca Ferreira.

"A Polícia Militar (PM) fez um trabalho intenso com a secretaria de cultura da cidade para repensar a logística da Virada e criar rotas seguras entre os palcos da virada, que são os principais pontos de vulnerabilidade da população", explicou o prefeito Fernando Haddad, depois da coletiva na Prefeitura de São Paulo.

Este ano, 1.800 guardas civis e três mil da PM farão a patrulha das ruas da capital.

Quando o prefeito foi questionado sobre possíveis manifestação, ele respondeu que não espera que hajam protestos, "a não ser os culturais".

Nesta edição, para conter os riscos de violência, haverá redução de 20% entre os palcos, que foram reduzidos para 16.

"Com dez anos de existência, a Virada é um patrimônio da cidade e vai se desenvolver como patrimônio econômico turístico", disse o secretário ao falar sobre a necessidade de o evento crescer.

Com o orçamento de R$ 13 milhões este ano, esta edição tem o maior número de atrações e terá a apresentação de mil artistas e, pela primeira vez, terá patrocínio privado, de R$ 1 milhão, da Petrobrás.

Detalhes da programação foram divulgados na coletiva. Em seu retorno aos palcos, o Ira! fará o show de abertura.

Entre os artistas internacionais, destaca-se a apresentação do guitarrista americano Stanley Jordan no palco jazz, na Praça da República.

Entre os artistas nacionais, a MPB e o samba ganham espaço no palco da Luz com Vanessa da Mata, Luiz Melodia, Martinália, Tati Quebra-Barraco, Valeska Popuzuda e Mc Gui.

O organizador da curadoria da Virada, José Mauro Gnaspini, ressaltou a "pluralidade" de palcos, para diferentes públicos, desde a "Viradinha" para crianças, adolescentes, espaços teatrais e de poesia.

"São Paulo é carente de convivência nas ruas e a Virada é a retomada disso, uma maneirade aproveitar as atividades culturais", destacou Juca.

ic/cd

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