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Vivo e Grupo Gol lançam plataforma de conteúdo Nuvem do Jornaleiro

18/02/2014 15h08

Carlos A. Moreno.

Rio de Janeiro, 18 fev (EFE).- A Nuvem do Jornaleiro, uma plataforma digital de conteúdo lançada nesta terça-feira, permite a usuários de smartphones, tablets ou PCs acessarem, na nuvem e por R$ 3,49 por semana, notícias de mais de 200 veículos de imprensa e da Agência Efe.

A plataforma é uma iniciativa conjunta do Grupo Gol, produtor e distribuidor de conteúdos multimídia de educação e entretenimento, e da operadora de telefonia celular Vivo, cujos clientes terão acesso exclusivo ao inovador produto.

"Oferecemos uma ferramenta capaz de transmitir notícias às novas plataformas digitais através da nuvem. O aplicativo pode ser baixado em aparelhos com sistema operacional iOS, Android ou diretamente da internet", explicou à Efe o empresário Jonas Suassuna, presidente do Grupo Gol.

Pelo valor de R$ 3,49 semanais, os cerca de 70 milhões de clientes da Vivo poderão acessar uma plataforma que põe à disposição na nuvem o conteúdo de revistas e jornais associados ao projeto.

"Desenvolvemos no Brasil uma fórmula de distribuir revistas, jornais e notícias que é inédita no mundo. Não conhecemos nada parecido em nenhum país", acrescentou o presidente de Grupo Gol, empresa responsável também pela "Nuvem dos livros", uma biblioteca virtual que opera de forma semelhante e que já conta com 1,2 milhão de clientes no Brasil.

O empresário prevê para a Nuvem do Jornaleiro um sucesso maior por oferecer conteúdos mais atrativos e diversificados em um país de baixos índices de leitura de livros.

Segundo Suassuna, o cliente Vivo que assinar o produto em seu dispositivo receberá uma senha com a qual poderá entrar na loja virtual e ler tudo o que quiser pelos R$ 3,49 semanais.

A partir desta terça-feira, o assinante terá inicialmente acesso a revistas de todos os segmentos, incluindo política, economia, esportes, culinária e beleza, assim como alguns dos principais jornais do país. Segundo Suassuna, a plataforma permite acesso aos veículos regionais mais importantes, que dessa forma ganham uma ferramenta para distribuir seu conteúdo de forma mais ampla.

Até agora, os grandes jornais nacionais que já oferecem a assinatura de suas versões digitais não se somaram à iniciativa, mas o empresário considera que é uma questão de tempo.

"Também temos interesse nos grandes jornais. Esperamos poder acrescentá-los quando provemos a qualidade e a aceitação do público. Já estamos negociando com uma série deles, mas não posso dizer quais porque ainda não temos esses contratos assinados", disse.

O empresário considera que o principal atrativo para os grandes jornais é o acordo que permite que os acessos à Nuvem do Jornaleiro sejam auditados pelo Instituto de Verificação de Circulação (IVC), entidade privada que mede a venda de periódicos no Brasil.

Os dados do IVC darão garantias aos anunciantes de que as publicações que suas campanhas e propagandas são vistas, afirmou.

Suassuna explicou que, com a Efe, fez um acordo de uma nova lógica para distribuir o conteúdo de uma agência internacional de notícias.

"A Efe está presente em 120 países e vende notícias aos veículos de imprensa. Os consumidores leem essas notícias nos jornais e revistas. A partir de agora, pelo mesmo preço que pagará semanalmente, qualquer um pode escolher um desses 120 países e acessar as notícias que a Efe produz diariamente sobre esse país específico para as seções de política, economia, cultura ou esportes", disse.

Suassuna assegura que os veículos de imprensa continuarão produzindo conteúdos e que a única mudança será a forma de distribui-los.

As publicações associadas ao projeto receberão em contrapartida um pagamento específico por estar na plataforma e uma tarifa diferencial e complementar, dependendo do número de acessos.

"Trata-se de uma ferramenta na qual todo mundo ganha, principalmente o consumidor. O veículo mais lido recebe mais recursos", disse.

Suassuna acrescentou que, após iniciar o projeto com a imprensa brasileira, o grupo já está catalogando conteúdo de outros países europeus e latino-americanos a partir de seus escritórios em Madri, Buenos Aires e Lima.

"Já contratamos o primeiro jornal peruano, que é o "La Republica", e já apresentamos a plataforma na Espanha para poder começar a negociação com veículos desse país", disse.

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